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                 Notícias Importantes

Boeing corta produção do 737 MAX após acidentes fatais (Reuters 05/04)
A Boeing anunciou nesta sexta-feira que planeja reduzir a produção mensal do jato 737 MAX em quase 20 por cento após dois acidentes fatais com aeronaves da família, sinalizando que a empresa não espera que autoridades de aviação permitam que a aeronave volte a voar em breve.
As entregas do avião mais vendido da Boeing foram congeladas depois que autoridades de aviação ao redor do mundo determinaram proibição de voos do modelo após a queda de um jato da Ethiopian Airlines em 10 de março, que matou todas as 157 pessoas a bordo.
A produção será reduzida para 42 aviões por mês ante 52 a partir de meados deste mês, informou a empresa, sem mencionar um prazo para a normalização.
Autoridades dos Estados Unidos e de companhias aéreas afirmaram que acreditam que o avião pode ficar em terra por pelo menos dois meses, mas a dilatação desse prazo ainda mais é uma possibilidade séria.
A queda do avião na Etiópia, que ocorreu depois que um jato do modelo operado pela Lion Air caiu na Indonésia em outubro passado matando 189 pessoas, criou uma crise para a maior fabricante de aeronaves do mundo.
O presidente-executivo da Boeing, Dennis Muilenburg, disse nesta sexta-feira que a companhia agora sabe a cadeia de eventos que causou ambos os desastres, em que uma ativação errada do sistema antiestol MCAS é um “elo comum” entre os casos.
A Boeing, que firmou acordo para comprar a divisão de aviação comercial da Embraer, afirmou que não vai cortar empregos por causa da nova taxa de produção e vai trabalhar para minimizar o impacto financeiro.
A empresa afirmou que continua a obter progresso na atualização de software do 737 MAX para evitar futuros acidentes com o modelo.
As ações da Boeing fecharam em queda de cerca de 4 por cento nesta sexta-feira. Apesar do número de aviões 737 MAX impedidos de voar ser de pouco mais de 370, a empresa tem encomendas para quase 5.000 unidades. A companhia aérea brasileira Gol é uma das empresas que fez encomendas do modelo para a Boeing.

Gol e Latam entram em processo de aquisição de ativos da Avianca Brasil (Reuters 03/04)
A Gol e a Latam Airlines Brasil, afiliada da Latam Airlines, disseram nesta quarta-feira que fariam ofertas de pelo menos 70 milhões de dólares por alguns ativos da Avianca Brasil, quarta maior companhia aérea do país e que pediu recuperação judicial em dezembro.
As duas empresas disseram que foram abordadas pelo fundo Elliott Management, maior credor no âmbito do processo de recuperação judicial da Avianca Brasil.
No mês passado, a Azul assinou um acordo não vinculante de 105 milhões de dólares para compra de ativos da Avianca Brasil, incluindo slots em aeroportos e contratos de leasing de aviões da rival. Porém, uma fonte envolvida no processo de recuperação disse na semana passada que desentendimentos entre a Azul e os credores ameaçaram atrapalhar um acordo.
Pela nova proposta apresentada nesta quarta-feira, a Avianca Brasil planeja se separar em sete unidades que serão vendidas separadamente em leilão. O plano encaminhado ao tribunal que acompanha a recuperação judicial da companhia aérea, marca uma mudança significativa em relação à proposta da Azul e adiciona concorrência pelos slots detidos pela Avianca em alguns dos aeroportos mais movimentados do país, incluindo Congonhas e Santos Dumont.
A Azul não quis comentar sobre a situação de sua oferta. A empresa ainda pode participar do leilão das sete unidades.
Às 14h, as ações preferenciais da Gol subiam 0,75 por cento, enquanto o Ibovespa tinha elevação de 0,7 por cento. A Azul PN caía 0,6 por cento. No Chile, as ações da Latam tinham acréscimo de 3,2 por cento.
Se fosse adiante, a oferta da Azul poderia fazer a empresa mais que duplicar sua presença em Congonhas, elevando os slots da empresa de 13 para 34. Gol e Latam dominam o aeroporto atualmente, com cerca de 130 slots cada uma.
Em comunicado, a Gol disse que a proposta prevê a separação dos direitos de uso de horários de pouso e decolagem de voos da companhia, além do programa de milhagem Amigo, para que possam ser vendidos separadamente a qualquer empresa interessada no processo de leilão. Se aprovado pela Avianca Brasil, a Gol disse que o acordo será apresentado aos credores da companhia em assembleia geral marcada para a próxima sexta-feira.
Segundo a Gol, a nova proposta envolve a criação de sete Unidades Produtivas Isoladas (UPIs), que irão a leilão no processo de recuperação judicial da Avianca Brasil. Seis delas terão os direitos de uso dos horários de pouso e decolagem de voos nos aeroportos de Congonhas e Guarulhos (SP) e Santos Dumont (RJ), bem como os certificados de operador aéreo. A última unidade trará os ativos relacionados ao programa Amigo.
A Gol e a Latam disseram que já se comprometeram a apresentar uma oferta no valor mínimo de 70 milhões de dólares por pelo menos uma das UPIs.
A Gol informou que também se comprometeu a adquirir da Elliott 5 milhões de dólares em financiamentos pós-concursais, na medida em que estes forem concedidos por ela à Avianca Brasil, entre esta quarta-feira e a próxima sexta-feira.
A Gol poderá conceder financiamentos adicionais no montante de até 8 milhões de dólares no curso das próximas semanas para promover a liquidez da companhia.
“Simultaneamente, a Gol concederá um adiantamento para a Elliott no valor de 35 milhões de dólares. Este montante será restituído caso a Gol ou outro interessado adquira a respectiva UPI no leilão, ou ainda se outro plano de recuperação judicial que envolva venda de horários de pouso e decolagem for considerado válido e aconteça com sucesso”, afirmou a nota.
Em contrapartida, pela concessão do adiantamento, a Elliott pagará para a Gol uma parcela dos recursos efetivamente recuperados no processo de recuperação judicial.
A Latam disse que se comprometeu em fornecer à Avianca Brasil empréstimos no valor de pelo menos 13 milhões de dólares para financiar, em parte, o capital de giro e apoiar a continuidade das operações.
Em março, o presidente-executivo da Azul, John Rodgerson, tinha afirmado que acreditava ser improvável que Latam ou Gol pudessem participar de um processo de venda de ativos da Avianca diante de possíveis preocupações de autoridades de defesa da concorrência. Mas a divisão da Avianca Brasil em parcelas menores pode ajudar as duas companhias a evitar problemas antitruste.

Ecorodovias tem queda no lucro do 4º tri (Reuters 14/03)

A operadora de concessões de infraestrutura Ecorodovias (ECOR3.SA) teve queda no lucro do quarto trimestre, refletindo desdobramentos da greve dos caminhoneiros, maiores provisões para gastos com manutenção de vias e despesas com consultoria para apoiar investigações sobre envolvimento da empresa em corrupção.
A companhia anunciou nesta quinta-feira que teve lucro líquido de 70,7 milhões de reais no período, queda de 27,2 por cento ante mesma etapa de 2017.
Numa mão, a Ecorodovias seguiu tendo o faturamento pressionado devido à isenção decidida pelo governo para eixo suspenso de caminhões, após a greve dos caminhoneiros, em maio. A isenção será futuramente alvo de reequilíbrio contratual.
A receita líquida pró-forma da companhia no trimestre somou 640,8 milhões de reais, alta de 1,2 por cento ano a ano.
Já o resultado operacional medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) pró-forma somou 427,2 milhões de reais de outubro a dezembro, recuo de 2,4 por cento. A margem Ebitda diminuiu 2,8 pontos percentuais, para 66,7 por cento.
Além da pressão sobre a receita com a isenção de pedágio para eixo suspenso, a empresa gastou 16,6 milhões de reais com serviços de consultoria para apoiar comitês internos que acompanham investigações de irregularidades da companhia.
Em outubro, o conselho de administração da Ecorodovias aceitou pedido de afastamento de Marcelino de Seras da função de diretor presidente, em meio ao andamento da operação da Lava Jato que investiga esquema de corrupção na concessão de rodovias federais no Paraná, incluindo subsidiárias da companhia.
A Ecorodovias fechou 2018 com uma alavancagem medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda pró-forma de 2,71 vezes, comparada a 2,47 vezes um ano antes.
A companhia estimou investimentos de 1,38 bilhão de reais em 2019, após ter investido 888,2 milhões no ano passado.

Latam supera estimativas com lucro de US$ 149 milhões no 4º tri de 2018 (Reuters 13/03)
A Latam, a maior companhia aérea da América Latina, divulgou nesta terça-feira lucro líquido de 149 milhões de dólares no quarto trimestre de 2018 e disse que os resultados do ano são os melhores desde 2012, quando a companhia foi criada em sua forma atual.
Os resultados superaram as estimativas de uma pesquisa da Refinitiv com cinco analistas que apontava lucro líquido de 136 milhões de dólares no trimestre.
O lucro de 2018 da Latam ficou em 182 milhões de dólares, mostrando que a operadora dependeu fortemente nos meses finais do ano para compensar o que foi difícil para as companhias aéreas na América Latina, atingidas por moedas fracas nos mercados emergentes e altos preços do petróleo.
Sua principal rival no Brasil, a Gol, registrou um prejuízo de 1,1 bilhão de reais em 2018.
A Latam informou que os resultados de 2018 foram os melhores desde a criação da empresa, que se seguiu à fusão de 2012 da LAN do Chile e da brasileira TAM, que na época eram as maiores companhias aéreas em seus respectivos países.
A fusão precedeu uma recessão profunda no Brasil que teve um grande impacto no balanço da nova empresa. Desde a fusão, a Gol ultrapassou a Latam como líder no mercado interno brasileiro, que é de longe o maior da América do Sul.
A Latam informou em comunicado que espera aumentar sua capacidade de passageiros em 4 a 6 por cento em 2019, o mesmo crescimento projetado para 2018.

Venda de etanol é recorde para fevereiro; 8 usinas de cana estão em operação (Reuters 12/03)
As unidades produtoras do centro-sul venderam 1,71 bilhão de litros de etanol hidratado em fevereiro, máxima histórica para o mês, com crescimento de 46,62 por cento em relação ao mesmo período do ano passado, informou nesta terça-feira a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).
A comercialização do hidratado tem estado forte nos últimos meses com a maior competitividade do biocombustível frente à gasolina em boa parte do Brasil, além do expressivo aumento de produção na safra 2018/19.
“O volume de hidratado vendido em fevereiro deste ano representa um recorde histórico para o mês e sinaliza a manutenção das vendas aquecidas do biocombustível”, disse o diretor Técnico da Unica, Antonio de Padua Rodrigues, em nota.
As vendas recordes para fevereiro foram registradas apesar de o centro-sul do Brasil estar na entressafra de cana, agora a pouco mais de duas semanas do início oficial da nova safra, em abril. Antecipando-se, algumas usinas de cana voltaram às atividades na região, elevando o número total em operação para oito, segundo a Unica.
Enquanto isso, e contando com estoques diante da pequena produção atual, as unidades da principal região produtora de cana do Brasil venderam ao todo 2,45 bilhões de litros de etanol em fevereiro, sendo 2,37 bilhões de litros destinados ao consumo interno e 85,42 milhões ao mercado internacional.
Do total comercializado internamente, 653,31 milhões de litros foram de etanol anidro, que é misturado à gasolina.
A Unica ainda destacou que as vendas de hidratado por dia útil registraram 85,84 milhões de litros em fevereiro, com crescimento de 3,20 por cento em relação à média no mês anterior.
“Esses números reforçam a opção do consumidor pelo hidratado e indicam que o volume comercializado em fevereiro só apresentou retração em retração em relação a janeiro por causa do menor número de dias úteis”, destacou Padua.
No agregado desde abril de 2018 até 1 de março de 2019, as vendas de etanol pelas unidades do centro-sul totalizaram 28,41 bilhões de litros, com 1,48 bilhão de litros direcionados para exportação e 26,93 bilhões de litros ao mercado interno.
Desse total destinado ao mercado doméstico, o volume acumulado de etanol hidratado comercializado (19,21 bilhões de litros) representa crescimento de 36 por cento na comparação com o valor apurado no mesmo período da safra 2017/2018.
                                          MOAGEM
Na segunda quinzena de fevereiro, a quantidade de cana processada pelas usinas e destilarias do centro-sul totalizou apenas 543,37 mil toneladas, com toda moagem registrada nos Estados do Mato Grosso do Sul e Goiás.
No acumulado desde o início da atual safra 2018/2019 até 1º de março, a moagem somou 564,14 milhões de toneladas, permanecendo abaixo do resultado apurado até a mesma data no ciclo 2017/2018 (585,13 milhões de toneladas).
Levantamento da Unica indica que seis unidades produtoras retomaram a produção na segunda metade de fevereiro. Assim, estão em operação no centro-sul oito usinas de cana e oito de fabricação de etanol a partir de milho.
“A produção de açúcar registrada nos últimos quinze dias de fevereiro foi ínfima (apenas 2,37 mil toneladas), enquanto o volume fabricado de etanol somou 73,90 milhões de litros”, disse a Unica, ressaltando que do biocombustível total fabricado na quinzena, 40,04 milhões de litros referem-se ao etanol de milho.
O volume de etanol anidro reprocessado e convertido em etanol hidratado (processo conhecido como hidratação) atingiu 112,06 milhões de litros em fevereiro, sendo 53,11 milhões de litros na segunda quinzena.
No acumulado da safra, a produção de etanol alcançou 30,42 bilhões de litros, dos quais 9,10 bilhões foram de anidro e 21,32 bilhões de hidratado, alta de 42,40 por cento.
Do total de etanol produzido, 692,29 milhões de litros foram fabricados a partir do milho, incremento de 50,90 por cento.
Já a produção total de açúcar atingiu 26,36 milhões de toneladas, ante 35,84 milhões de toneladas no mesmo período de 2018.


Potencial logístico de Jundiaí é aposta da feira Brasil Log (Vitrine 27/02)

Jundiaí recebe de 11 a 13 de setembro de 2019 a 7ª edição da Brasil Log – Feira Internacional de Logística, considerado um dos principais eventos do setor no país. A expectativa é reunir cerca de 60 expositores nacionais e internacionais no Parque Comendador Antônio Carbonari.
Com o apoio da Prefeitura de Jundiaí e do Ciesp Jundiaí, a Brasil Log 2019 promete movimentar o mercado, com expositores de todos os setores que englobam o universo logístico, desde a mão de obra especializada até a movimentação de cargas e outros serviços.
Para o gestor da Unidade de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Messias Mercadante de Castro,  a feira gera oportunidades para o município e para as empresas participantes. Castro destaca a infraestrutura logística privilegiada da cidade, que conta com importantes rodovias, com um aeroporto executivo, fácil acesso aos principais aeroportos do País e ao Porto de Santos, a reativação da operação rodoferroviária de cargas em contêineres ligando Jundiaí ao Porto de Santos para cargas de exportação, importação e mercado interno através da cabotagem marítima com TIJU – Terminal Intermodal Jundiaí, além de ampla estrutura de galpões industriais e logísticos. "Qualidades como estas tornam Jundiaí a cidade sede da Brasil Log – Feira Internacional de Logística, importante evento do setor que vem para agregar ainda mais valor à cidade na área logística."
Atualmente, o setor logístico de Jundiaí conta com 1362 empresas e 12.478 empregos formais. "A expectativa é que o setor avance ainda mais com a vinda de novas empresas, em especial operadores logísticos e CDs, e também do aumento e expansão das empresas já instaladas", assinala o gestor municipal.
O potencial logístico de Jundiaí é uma das apostas do sucesso da Brasil Log, segundo o  organizador do evento, Adelson Lopes. "Jundiaí desponta como um dos principais polos logísticos do País o que contribui para o sucesso da nossa feira, que tem a proposta de criar um espaço onde investidores, empresários e profissionais da área possam conhecer produtos, tendências, soluções e lançamentos, atraindo um público altamente qualificado, em busca de networking e negócios" , assinala Lopes.
O diretor de infraestrutura e logística do Ciesp Jundiaí, Gilson Pichioli, assinala a importância da feira para a cidade. "A Brasil Log é representativa não só para a cidade como para o País. Jundiaí é uma cidade altamente significativa no setor logístico e a realização desta feira confere maior visibilidade à região no contexto nacional e internacional, atraindo investimentos", pontua.
O Ciesp Jundiaí apoia a realização da Brasil Log desde sua primeira edição e, a exemplo das edições anteriores, promove a Rodada de Negócios com o objetivo de reunir empresas de toda a região para networking, troca de experiências e conhecimento.
A Brasil Log 2019 conta com apoio da Prefeitura de Jundiaí, CIESP Jundiaí, Sebrae, Associação Comercial e Empresarial (ACE) Jundiaí, portal Guia Log, Transporte Digital News, Revista Aviação Notícias, Exporta Jundiaí, Revista Logweb, Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir), Revista Na Boléia, Cargo News e Câmara de Comércio Exterior de Campinas e Região (CCCER).



Brasil pode se tornar o maior produtor de biodiesel no mundo (Vitrine 25/01)

O Brasil abre oportunidades de crescimentono biodiesel e pode se transformar em um dos maiores produtores no mundo. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou no início de novembro, o cronograma de expansão da mistura do biodiesel ao diesel no país. A proposta estabelece que a adiçãode biodiesel cresça um ponto percentual ao ano, passando do atual patamar de 10% (mistura B10) para 11% (mistura B11) em junho de 2019. O processo continua sucessivamente e a ampliação será realizada até março de 2023, quando todo o biodiesel comercializadoao consumidor final conterá 15% de biodiesel. De acordo com o CNPE, a estimativa é que a produção do biodiesel brasileira passe de 5,4 para mais de 10 bilhões de litros anuais, entre 2018 e 2023. Um aumento de 85% da demanda doméstica.
“É uma grande oportunidade para toda a cadeia de produção – que por sinal é extensa - desde transporte,termoelétricas, agronegócios, entre outros. O uso do biodiesel nos processos produtivos é uma necessidade emergente. Desta forma, reduziremos muito o efeito estufa no mundo e agregaremos mais valor em toda a cadeia”, comenta o gerente de negócios para biodieselda Camlin Fine Sciences (CFS) para América do Sul, Federico Sakson.
O biodiesel é um óleo vegetal gerado a partir de óleos de gorduras vegetais e animais. De acordo com a ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – cerca de 70% do biodiesel produzido é feito de óleo de soja, 17% de gordura animal (sebo) e os demais de outras matérias-primas como o óleo de cozinha usado e óleo de semente de algodão. É derivadode uma fonte renovável, portanto, reduz a dependência e preservação de petróleo; biodegradável; diminui as emissões de gases tóxicos e possui uma boa lubrificação.
Alerta aos produtores de biocombustíveis com a oxidação – Uma das maiores preocupações que a cadeia produtiva tem sinalizado é a conservação do produto final, para que resista ao tempo de estocagem sem se oxidar até chegar ao consumidor final.
Para Sakson, a estabilidade à oxidação é um parâmetro crítico que deve ser controlado periodicamente durantea produção e o armazenamento para evitar perdas econômicas, dado que o movimento do produto dentro das refinarias e a exposição ao oxigênio nas transferências e o bombeamento reduz o tempo de indução. Para garantir a estabilidade e qualidade do biodiesel éessencial o emprego do antioxidante. “Eles podem ser aplicados, na forma líquida – para facilitar o manuseio e a dosagem – na linha de produção, ao fluxo de saída do processo, em biodiesel acabado ou em um tanque de agitação leve ou recirculação por bomba.Um detalhe importante, proporcionam baixa viscosidade e estabilidade à baixa temperatura”, explica Sakson.
O Xtendra BL traz em sua composição uma combinação entre um antioxidante e um agente quelante de metais que juntos possuem um efeito sinérgico no retardamento da oxidação, podendo ser usado em diferentes concentrações e aplicados em diferentes substratos(óleos e gorduras). “São produtos que não oferecem danos nos motores internos e combustíveis, porque são formulados com um sistema de solvente não inflamável e de baixa toxicidade, além do seu alto desempenho”, alerta.
De acordo com as normas brasileiras e internacionais, o biodiesel deve suportar oito horas sob condiçõesextremas de temperatura no teste de Rancimat. Caso não haja esta estabilidade é imprescindível a aplicação do antioxidante. “A CFS do Brasil oferece o serviço de teste com o equipamento RANCIMAT (Metrohm) para avaliar a performance do produto e o tempo deindução. Nossos antioxidantes sintéticos nas versões Xtendra BL 100 e Xtendra BL 200, ou seja, 30% e 40% de princípio ativo, já comprovaram sua eficiência e estabilidade à diversos testes realizados”, complementa Sakson.
Mercado promissor:Várias iniciativas estão voltadas para criar um mercado sustentável em todas as esferas produtivas. De acordo com a NTU – Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos – a frota de ônibus urbano no Brasil é de aproximadamente 107 mil veículos. Setoda a frota utilizasse o B20, o Brasil deixaria de emitir 2 milhões de toneladas de CO2 por ano. “Outra vantagem é que os veículos não necessitam de alterações nos motores para utilizar o biocombustível”, ressalta Sakson.
Além de preservar o meio o ambiente, tem se tornado uma fonte de geração de novos empregos e renda. De acordocom a União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), somente nos primeiros quatro meses de 2018, foram criados mais de 23.500 mil empregos diretos no interior de São Paulo (Ribeirão Preto, Sertãozinho e Piracicaba) na indústria e comércio do setor.Outro dado interessante é que na produção de biodiesel em média 30% da matéria-prima tem origem na agricultura familiar. Em 2017, de acordo com a Ubrabio, foram movimentados no país cerca de R$ 4 bilhões com a comercialização de produtos vindos da agriculturafamiliar que atua no setor de biocombustíveis. 
Conforme a APROBIO, se as previsões de crescimento econômico e de maior uso de biodiesel forem mantidasno país, os investimentos no setor podem chegar a R$ 22 bilhões até 2030. Só no período entre 2016 e 2018, o biodiesel contribuiu com geração de R$ 90 bilhões em Produto Interno Bruto (PIB), mais de 200 mil empregos e evitou a emissão de 20,4 milhões de CO2na atmosfera.




Já estão na Agenda de Eventos do Guia Log, todos os cursos do IMAM de 2019 (Vitrine 12/12)
O IMAM divulgou a relação de todos os seus cursos previstos para acontecerem em 2019, com as datas de realização dos mesmos ao longo do ano.
A temporada de cursos inicia-se em fevereiro, mas os interessados em participar, já podem reservar suas participações a partir de agora.
Destaque para o curso de PDM - Padrão de Descrição de Material, que aborda um assunto da moda para as corporações, já que as mesmas almejam a redução do cadastro.
"Acertando suas descrições, eliminam duplicidades e muitas vezes multiplicidades, fazendo assim o Saneamento do Cadastro", comentou Marcos Valle Verlangieri, consultor especialista em PDM e professor do curso.
"Pelo histórico dos trabalhos de Saneamento do Cadastro nas empresas, chegamos aos números médios de 10% na redução dos itens ativos do cadastro e 20% na redução no valor do estoque.
Colocando estes números na realidade da sua empresa, poderá sentir a economia que será obtida, sobrando assim mais dinheiro para investimentos e crescimento", destacou Verlangieri.
O consultor e professor comentou ainda que a economia também acontecerá pela redução de custos operacionais (administração, compras e logística), redução do capital de giro, redução do lead time em compras e vendas, melhoria da rastreabilidade na cadeia de abastecimento, redução ou mesmo fim das devoluções e não conformidades e com material bem identificado, acabam erros de classificação fiscal e assim o risco de autuações.



Justiça do RJ ordena redução do pedágio da Via Dutra; concessionária vai recorrer (Reuters 10/12)

A Justiça Federal no Rio de Janeiro anulou nesta segunda-feira os efeitos de reajustes das tarifas de pedágio cobrados na rodovia Presidente Dutra, que liga São Paulo e Rio de Janeiro e é administrada pelo grupo CCR.
A decisão acatou ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF), que questionava reajustes aplicados pela concessionária nos anos 2010 e 2011. A medida determina a imediata redução das tarifas de todas as praças de pedágio da Novadutra.
Segundo o MPF, a concessionária Novadutra, controlada pela CCR, e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) foram condenadas a recalcular os reajustes de 2010 e 2011 considerando a aplicação da cláusula 57 do Contrato de Concessão, mantendo a aplicação do IPCA a partir de 2012, bem como a implementar imediatamente as tarifas de 2018 resultantes dos recálculos. O órgão não informou para quanto os valores de pedágio devem ser reduzidos.
Para o MPF, desde 2010 a tarifa dos pedágios na via tem sido indevidamente majorada. Os procuradores defendem que após obras de recuperação feitas pela ANTT naquele ano, as cláusulas de reajuste de pedágio deveriam ter mudado, o que não aconteceu.
Segundo a Justiça Federal, ANTT e concessionária entenderam equivocadamente pela manutenção da fórmula de reajuste. “Esta conduta causou consideráveis prejuízos aos usuários, que foram onerados por estas resoluções que não atendem aos limites contratuais e nem à forma necessária para a alteração”.
Procurada, a ANTT não se manifestou de imediato.
Em nota, a CCR Novadutra afirmou que a NovaDutra vai apresentar recurso contra a decisão, que deve ser suspensa até que o Tribunal Regional Federal da 2ª Região aprecie a questão.


ANTT autoriza início das obras de duplicação na rodovia Transbrasiliana (Reuters 06/11)

A operadora de concessões de infraestrutura Triunfo informou que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou nesta nesta quarta-feira aval para início das obras de duplicação na rodovia Transbrasiliana, uma das maiores do país.
A autorização vale para os Lotes 1, entre os quiômetros 0 e 52, e 3, entre os quilômetros 162 e 195 da rodovia, sob a concessão da Transbrasiliana Concessionária, controlada pela Triunfo.
Principal ligação do Meio-Norte com o Centro-Sul do país, a Transbrasiliana é a quarta maior rodovia do Brasil, indo da cidade de Marabá (PA) a Aceguá (RS), com 4.355 quilômetros de extensão.


Preço da gasolina nos postos cai 0,3% na semana; etanol e diesel também recuam (Reuters 05/11)
O preço médio da gasolina nos postos no Brasil caiu 0,3 por cento na semana passada ante a semana anterior, para 4,709 reais por litro, mostraram dados publicados nesta segunda-feira pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O recuo aconteceu após a Petrobras realizar cortes importantes no preço da gasolina nas suas refinarias nas últimas semanas.
Em 31 de outubro, a empresa cortou o preço médio da gasolina nas refinarias em 6,2%.
O repasse dos reajustes da Petrobras aos consumidores depende de distribuidores, revendedores, impostos, além da mistura obrigatória de etanol anidro na composição da gasolina vendida nos postos.


Consórcio da Embraer está na lista de finalistas para fornecer navios à Marinha brasileira (Reuters 17/10)

A Embraer anunciou nesa quarta-feira que um consórcio do qual faz parte é finalista em um programa para fornecer quatro navios à Marinha do Brasil, disse que a fabricante de aeronaves brasileira em comunicado nesta quarta-feira.  
O consórcio Águas Azuis, formado pela Embraer Defesa e Segurança e a alemã Thyssenkrupp Marine Systems, foi incluído na lista dos finalistas para o Programa Corvetas da Classe Tamandaré.
“Estamos confiantes de que a nossa oferta supera as necessidades de uma Marinha moderna, hoje e no futuro, ao mesmo tempo em que garantimos a produção local assim como a gestão e o suporte do ciclo de vida”, disse Jackson Schneider, presidente da Embraer Defesa e Segurança, em comunicado.


Governo do Paraná decreta intervenção de concessão da Rodonorte, diz CCR (Reuters 05/10)
O governo do Paraná publicou na noite de quinta-feira decreto declarando intervenção no contrato de concessão da Rodonorte, subsidiária da CCR no Estado, disse a empresa em fato relevante.
O decreto estabelece que a intervenção do governo, realizada por intermédio do Departamento de Estrada de Rodagem do Estado, terá prazo de duração inicial limitado a 180 dias, disse a CCR.
“Como interventor, foi nomeado o Coronel PM Guilherme Teider Rocha, sendo que não estão compreendidos nos poderes a ele atribuídos o exercício de atos de gestão da Rodonorte”, disse a CCR, acrescentando que vai adotar com a Rodonorte as “medidas necessárias à defesa de seus interesses e direitos contratualmente assegurados”.

 



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