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Notícias Importantes

Kassab vai proibir caminhões na av. dos Bandeirantes e marginal Pinheiros (Folha.com 28/07)
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), anunciou na manhã desta quarta-feira a ampliação da restrição a caminhões na capital e o fim do rodízio dos VUCs (veículos urbanos de carga, com até 6,30 metros de comprimento).
A expectativa da prefeitura é começar a implantar a medida nas próximas semanas, a depender de ajustes da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) em relação à sinalização e à comunicação aos motoristas.
"Vamos ter um prazo, depois de implantadas as medidas, sem multas. É uma etapa de educação dos usuários. Depois disso, começa a fiscalização, com autuações", afirmou o secretário de Transportes, Marcelo Branco.
O anúncio foi feito durante evento realizado no Setcesp (Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo).
A circulação de caminhões passa a ser proibida nas avenidas Roberto Marinho e Bandeirantes e na marginal Pinheiros, das 5h às 21h.
"É uma forma de coibir a utilização nessas avenidas de veículos que tem condições de utilizar o Rodoanel", afirmou o secretário.
Com a medida, a prefeitura espera que a lentidão no trânsito, nessas vias, diminua em até 20%, em horários de pico.
Já os VUCs eram permitidos, com rodízio, na zona de máxima restrição, das 10h às 16h. Nos dias pares, apenas veículos com placas pares podiam transitar. Nos dias ímpares, apenas veículos com placas ímpares.
Com a mudança, todos os VUCs cadastrados na prefeitura poderão circular dentro da zona de máxima restrição em São Paulo, em horário permitido (das 10h às 16h e das 21h às 5h). Segundo o secretário, a intenção é que a cidade seja servida por caminhões menores e que os caminhões grandes saiam de circulação do centro expandido da cidade.


Setor de eletroeletrônicos discute metas para logística reversa (O Estado de S. Paulo 27/07)
O termo soa esquisito e, por enquanto, só frequenta o vocabulário de especialistas. Mas a logística reversa, prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos aprovada este mês pelo Senado, pode mudar as relações de consumo. Por meio dela, empresas ficam obrigadas a recolher o resíduo do que fabricam e o consumidor, a devolver produtos usados para reciclagem. Quando o projeto for sancionado, na segunda-feira, isso já será obrigatório para itens como pilhas, baterias, pneus e eletroeletrônicos.
O caso dos eletroeletrônicos é o que mais carece de regulamentação. Reunidos hoje no Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), representantes do governo, de toda a cadeia de produção e reciclagem, de universidades e ONGs tentam definir como pôr em prática a logística reversa. O principal embate no grupo de trabalho, criado em 2009, é o estabelecimento de metas.
“Na resolução dos pneus, editada em 1998 pelo Conama, foram estabelecidos metas e prazos. Na resolução das pilhas e baterias, do mesmo período, não”, diz a doutoranda Ângela Cássia Rodrigues, da Faculdade de Saúde Pública da USP, que integra o grupo de trabalho.“No caso dos pneus, rapidamente se montou uma estrutura para coleta e reciclagem. Com pilhas e baterias a gente continua dependendo do voluntarismo dos fabricantes e dos consumidores.”

“Governos, ONGs e academia gostam de falar de metas. Mas a sociedade não está educada ainda. O brasileiro extrapola em uma vez e meia o grau de obsolescência de um produto. Quanto a indústria vai gastar para educar esse cidadão?”, alega o relator do grupo de trabalho e diretor de Responsabilidade Socioambiental da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), André Luiz Saraiva.
Para Saraiva, a regulamentação do setor é urgente. “Temos Copa do Mundo em 2014. E as vendas vão parar nas alturas”, prevê, com base nos números do primeiro semestre deste ano, quando quase 7 milhões de famílias adquiriram aparelhos de TV.

As empresas evitam falar em quem vai pagar a conta da logística reversa. “A solução é reduzir impostos”, diz Saraiva.Ângela defende que o custo da gestão de resíduos seja embutido no preço dos produtos. “A melhor forma é atribuir o custo aos fabricantes. Quando eles planejam o lançamento de um produto, têm de planejar a destinação final.”
Com a regulamentação, pessoas como Paulino Pereira de Andrade, dono da empresa Mundinho Azul, terão de ser incorporados à cadeia da logística reversa. Paulino, que recolhe sucata eletrônica nas residências com dois veículos sem custo para quem requisita o serviço, quer se capitalizar com os eletroeletrônicos. “Vejo uma grande oportunidade nesse mercado. Quando abrir minha primeira loja, em dois ou três meses, quero me credenciar para ser o parceiro de grandes empresas que vão ter de cumprir a lei”, diz Paulino.
É de se esperar que, por conta do grau de pirataria que reina no mercado de eletroeletrônicos, empreendedores como Paulino sejam bem-vindos, já que ninguém poderá garantir que a indústria vá se ocupar de equipamentos “piratas”. “Ele até pode operar, credenciado. O que eu acredito que vá acontecer é que as indústrias vão capacitar suas redes de assistência técnica para receber usados”, prevê Saraiva.

De 03 a 06 de agosto acontece a MOVIMAT 2010 em São Paulo (Vitrine 27/07)

O mercado de Logística, Movimentação, Armazenagem, Transporte e Embalagens de Materiais é o que mais evolui, caracterizando-se por rápidas e constantes mudanças. Portanto, a dificuldade dos profissionais deste setor em se manter atualizados é muito grande.
A MOVIMAT 2010 tem como principal objetivo promover o relacionamento entre profissionais do setor e os fornecedores de equipamentos, softwares e prestadores de serviços, visando a potencialização e o desenvolvimento do mercado como um todo.
Baseados no sucesso das edições anteriores da MOVIMAT 2010, o IMAM que promove a Feira, prevê uma visitação superior a 30 mil profissionais qualificados.
Acoplado a Feira, acontece também o LOGISMAT, que é um seminário com 12 palestras que acontecerá no dia 5 de agosto com 7 Visitas Técnicas no dia 6 de agosto.
Dentro da Feira também acontece o Seminário IntraLogística, no dia 4 de agosto, com duração de um dia. Ideal para vendedores, representantes e iniciantes em Logística, Movimentação e Armazenagem de Materiais.
Inscrições deverão ser feitas no IMAM, pelo tel. 11-5575 1400 ou imam@imam.com.br .

Porto de Santos tem no 1º semestre o maior movimento já registrado para o período (O Estado de S. Paulo 27/07)
O Porto de Santos atingiu no primeiro semestre de 2010 o maior movimento já registrado para o período, totalizando 44,8 milhões de toneladas. Trata-se de uma alta de 16,6% sobre a movimentação de igual intervalo do ano passado. Em nota, a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) diz que o bom desempenho no primeiro semestre deste ano levou à revisão da projeção anual, que deve superar 93,0 milhões de toneladas.
O acréscimo de 49,6% nas cargas de importação contribuiu para esse resultado. Já as mercadorias de exportação cresceram 5,3% sobre o intervalo de janeiro a junho de 2009.

De acordo com a Codesp, todas as movimentações mensais registradas ao longo do primeiro semestre foram recordes para seus respectivos meses. A carga em contêineres cresceu em torno de 17,0% sobre o primeiro semestre de 2009, chegando a 1,2 milhão de TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), patamar semelhante ao atingido em 2008 (1,2 milhão de TEU), antes dos efeitos da crise econômica mundial.
Dentre as cargas de exportação, destacaram-se as de açúcar: 7,8 milhões de toneladas, com 12,6% de alta. Quando se olha para as cargas de importação, ganha relevância o carvão, com 63,6% de avanço, e o enxofre, alta de 63,8%. Os embarques e descargas de veículos também foram expressivos, totalizando 160,9 mil unidades, 85,1% acima sobre o movimento de igual período do ano passado.
Apesar do significativo aumento na movimentação de cargas, o número de navios que aportaram em Santos diminuiu 2,1% ante o mesmo período de 2009, "já denotando os efeitos da manutenção das profundidades no complexo santista", segundo a Codesp.
As principais origens dos produtos que chegaram ao Porto de Santos no primeiro semestre foram os Estados Unidos (25,6% do total das importações), Argentina (8,6%), China (8,1%), Alemanha (4,4%) e Austrália (3,8%). Os destinos das mercadorias exportadas através de Santos foram, principalmente, China (24,1%), Países Baixos (7,0%), Rússia (4,6%), Estados Unidos (4,2%) e Índia (3,8%).

Pedágio na Rodovia Dutra sobe para R$ 9,20 a partir deste domingo (O Estado de S. Paulo 26/07)
As novas tarifas de pedágio da Rodovia Presidente Dutra entrarão em vigor no domingo, 1. A tarifa para carros de passeio passará de R$ 8,80 para R$ 9,20, o que significa aumento de 4,54%.
A concessionária NovaDutra, que administra a via, informou que o aumento ocorrerá nos dois sentidos nas praças de pedágio no km 88, em Moreira César, em São Paulo, no km 318, em Itatiaia, e no km 207, em Viúva Graça, no Rio de Janeiro. Em Jacareí, o pedágio será de R$ 4,10 para carros de passeios.
Nas praças de pedágio de Parateí e Guararema, em São Paulo, o preço vai ser R$ 2,30.

Cebralog participou do encontro Ciclo de Boas Práticas da Supply Chain (Vitrine 17/07)

O IBPSC - Instituto Brasileiro de Profissionais da Supply Chain realizou em Jundiaí– SP, o tradicional encontro Ciclo de Boas Práticas da Supply Chain no dia 13 de julho de 2010 no Quality Hotel Jundiaí.
O evento reuniu em torno de 40 participantes associados e não associados do IBPSC, sendo todos profissionais de diversas áreas da Supply Chain com alto nível de decisão.
Dentre as empresas que participaram do evento podemos citar: São Joaquim, DOW, Fresenius, Carls Zeiss, Pontocom, La Rondine, Pellegrino, Bonus CBA, Credialimentação, Hexis, Coca Cola, Provider, Magazine Luiza, Cielo, CEBRALOG, Net Set, DHL, entre outros. O networking foi intenso, as palestras foram muito bem avaliadas pelos participantes, assim como o coffee e a organização geral do evento.

Os participantes puderam presenciar a palestra do Gerente de Operações Logísticas Daniel Drapac da CIELO falando um pouco sobre a Concorrência entre meios de pagamento e também a palestra do Gerente de Planejamento Carlos Antonio da Magazine Luiza que explicou um pouco como funciona a logística interna do Magazine Luiza em epócas de liquidação fantástica (super promoções).

Escolhido consórcio para 3º terminal de Cumbica (O Estado de S. Paulo 13/07)

O consórcio MAG, liderado pelo escritório Biselli & Katchborian Arquitetos Associados, de São Paulo, assinou ontem contrato com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) para projetar a construção do terceiro terminal de passageiros do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo. A obra é considerada estratégica para aplacar a crescente demanda do setor e receber com padrões mínimos de conforto para a Copa de 2014. Cumbica é o aeroporto mais movimentado do País - em 2009, recebeu cerca de 21 milhões de passageiros.
A licitação internacional vencida pelo consórcio MAG foi lançada em junho de 2009. Ao todo, 24 empresas, todas nacionais, retiraram o edital. Muitas acabaram se associando, formando sete consórcios. O vencedor vai receber R$ 22,6 milhões para projetar o terceiro terminal de Cumbica. Além do saguão de passageiros, o projeto também deve incluir a construção do viário de acesso; pátio de estacionamento de aeronaves; instalação da rede de queroduto (dutos para o transporte de querosene de aviação) e obras complementares.
Todos os estudos preliminares e os projetos básico e executivo têm de ser entregues à Infraero num prazo de 23 meses. É com base nesse material que a estatal vai preparar o edital para a construção do terceiro terminal.

Governo lança amanhã edital do leilão do trem-bala RJ-SP (O Estado de S. Paulo 12/07)
O governo federal lançará amanhã o edital do leilão de concessão do trem-bala que ligará Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro. A cerimônia de apresentação do documento terá a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e será realizada às 11h30 no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede provisória da Presidência da República, em Brasília. Na ocasião, Lula também assinará a mensagem ao Congresso para encaminhar projeto de lei que prevê a criação da estatal que participará do empreendimento, a Empresa de Transporte Ferroviário de Alta Velocidade S.A. (Etav).

A estatal Etav deverá ter capital de cerca de R$ 3,4 bilhões e deterá participação de 33% na Sociedade de Propósito Específico (SPE) a ser formada pelos vencedores do leilão de concessão do trem-bala. O governo pretende fazer a licitação até o fim de novembro. Além de ser sócia do projeto, a Etav funcionará como agente do governo brasileiro para receber a tecnologia que será transferida pelos vencedores do leilão. A expectativa do governo é iniciar a construção do trem-bala até o fim de 2011.
Hoje foi vencida a última etapa burocrática para a liberação do edital. O Conselho Nacional de Desestatização aprovou , por meio de resolução publicada no Diário Oficial da União, o processo de concessão do projeto. A licitação ocorrerá por meio de leilão na BM&FBovespa e o critério de julgamento será o menor valor da tarifa-teto, observado o valor máximo de R$ 0,49 por quilômetro.
Há duas semanas o Tribunal de Contas da União (TCU) deu seu aval à concessão do trem-bala. O tribunal reduziu o orçamento previsto para o projeto de R$ 34,6 bilhões para R$ 33,1 bilhões, o que possibilitou a diminuição da tarifa máxima para o trecho entre São Paulo e Rio de R$ 217 para R$ 199, na classe econômica.

Ibama interdita Porto de Paranaguá, 2º maior do País (O Estado de S. Paulo 08/07)

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) anunciou hoje a interdição do Porto de Paranaguá, no Paraná, o segundo maior do País. A determinação partiu do presidente do órgão, Abelardo Bayma Azevedo. De acordo com o Ibama, o porto, que está em processo de licenciamento, deixou de cumprir compromissos firmados com o órgão. Os fiscais do Ibama estão nesta tarde cumprindo a determinação, que implicará a suspensão das atividades no Porto de Paranaguá.
A interdição ocorre um dia depois de fiscais do Ibama terem interditado e multado em R$ 10 milhões o Porto de Santos, no litoral paulista. Só que no caso de Santos, a direção nacional do Ibama afirmou ter sido um medida isolada de um grupo de fiscais lotados em São Paulo, tanto que anulou a interdição e a multa e abriu procedimento para apurar a responsabilidade dos servidores envolvidos no episódio.


Correios fazem licitação de linha de carga aérea (O Estado de S. Paulo 08/07)
Os Correios realizaram nesta quinta-feira, 8, a licitação de uma das principais linhas de carga aérea da estatal: a chamada linha 12, que opera nos trechos Manaus-Brasília-São Paulo e São Paulo-Brasília-Manaus. A Master Top Linhas Aéreas, com sede em Campinas, foi a vencedora do pregão eletrônico, com o lance de R$ 44,9 milhões. O deságio é de R$ 14,36 milhões em relação ao preço inicial, que era de R$ 59,26 milhões.
Também participaram da licitação a Rio Linhas Aéreas, que apresentou a proposta de R$ 45 milhões, a Brazilian Express Transportes Aéreos (R$ 47,26 milhões) e a Total Linhas Aéreas (R$ 71,28 milhões). A linha licitada é uma das mais estratégicas para os Correios, porque representa 13% do valor total da malha e 14% da capacidade de carga contratada.
O presidente dos Correios, Carlos Henrique Almeida Custódio, disse à Agência Estado que a estatal tem uma economia de pelo menos R$ 300 milhões por ano com o pregão eletrônico desde 2007, quando o sistema foi reformulado. "A partir de 2007, adotamos o pregão eletrônico para tudo o que é possível. Só não é usado o pregão para o que a lei não permite", ressaltou.

Receitas da Air France-KLM crescem em junho por tráfego maior (O Estado de S. Paulo 07/07)

A Air France-KLM informou nesta quarta-feira que suas receitas cresceram de forma expressiva em junho, acompanhando a recuperação das atividades de transporte de passageiros e de cargas, que ficaram reprimidas durante a recessão.
O tráfego de passageiros cresceu 4,7 por cento e a taxa de ocupação das aeronaves aumentou em 3,5 pontos, a 83,8 por cento, segundo a companhia.
"A receita por quilômetro por assento disponível, excluindo variação cambial, cresceu fortemente comparada a junho de 2009, impulsionada pelas classes econômica e premium", conforme comunicado da empresa.
"Em trajetos de longa distância o aumento foi observado principalmente na Ásia, América do Norte e América Latina".

O transporte de cargas teve alta de 0,8 por cento, com o fator de carga aumentando em 2,4 pontos, para 67,7 por cento, enquanto a capacidade caiu 2,8 por cento.
O aumento das receitas reflete tanto uma recuperação na demanda quanto os esforços da companhia para controlar a capacidade, afirmou o grupo que opera as redes Air France e KLM separadamente.
A Delta Air Lines, maior companhia aérea do mundo e parceira da Air France no Atlântico, registrou um aumento de 4,2 por cento no tráfego de junho.

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