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                 Notícias Importantes

Aumento do PIB e e-commerce em um mercado amplo e competitivo antecipam a 9ª Brasil Log (Vitrine 16/11)
A logística desempenha um papel vital na economia do Brasil, sendo responsável pelo gerenciamento e fluxo de bens e serviços. Com o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2022, divulgado nesse semestre pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de R$ 9,9 trilhões; e um PIB de R$ 2,7 no primeiro trimestre de 2023, as expectativas para a logística são positivas porque produção e consumo necessitam de logística.
O PIB do setor de Transporte, Armazenagem e Correios cresceu 1,2% no primeiro trimestre de 2023, comparando ao mesmo período de 2022, um aumento de 5,1%. “A logística é o termômetro da economia, ela é a primeira a parar em crise e a primeira a retomar” - afirma Adelson Lopes – idealizador da Brasil LOG, Feira Internacional de Logística. Com base no cenário econômico e nas necessidades das empresas em acessar soluções, é que pela primeira vez, a Brasil LOG será realizada em anos consecutivos, chegando em sua 9ª edição nos dias 22, 23 e 24 de maio de 2024.
A Brasil LOG é referência para o segmento da logística, reconhecida como o principal ambiente de networking e realização de negócios do setor, promovendo a integração entre executivos, empresas de logística, especialistas e um público qualificado. Na edição de maio de 2023, gerou cerca de R$ 10 milhões de reais, mas para Lopes esse número não para por aí, por que muitos negócios são consolidados posteriormente, promovidos pelas soluções que a feira oferece aos cinco modais da logística: terrestre, aéreo, marítimo, ferroviário e hidroviário, ainda em expansão. “A Brasil LOG é uma vitrine para expor os serviços e as inovações do setor.” – afirma Lopes.
Porque estar na 9ª Brasil LOG? Acessar serviços e soluções, se atualizar sobre as demandas da logística em um único local otimiza tempo, considerando que o setor enfrenta inúmeros desafios, desde a infraestrutura, distâncias geográficas, à tecnologia e gestão. Para Lopes, o desafio é se manter competitivo em um mercado complexo e que aponta o crescimento do transporte rodoviário de cargas, em função do e-commerce. Entre as soluções para logística, a Brasil Log traz expositores com ferramentas que compilam dados, dão visibilidade aos processos, melhoram a produtividade e também iniciativas sustentáveis. Outro destaque são para as Rodadas de Negócios, palestras gratuitas com temas pertinentes às necessidades e atualidades do mercado; bem como teste drive de caminhões e empilhadeiras.
                                                          Estrutura e público
A 9ª edição da Brasil LOG será realizada em uma área de 53 mil m², em três pavilhões para mais de 60 expositores, no Parque Comendador Antônio Carbonari – Parque da Uva. A expectativa é de que passem pela feira representantes de empresas americanas, alemãs e chinesas, de todos os modais logísticos, de Condomínios Logísticos, Centros de Distribuições, Armazenagem, Estocagem, Consultorias e profissionais como Agentes de Carga, Armadores, Despachantes Aduaneiros, Importadores e Exportadores. Além das empresas e autônomos que atuam no segmento, a edição 2023 foi prestigiada também por representantes municipais, do Governo do Estado, Autarquias como ARTESP e orgãos federais como Infraero.
                                                               SERVIÇO
A entrada é gratuita, mas é necessário o credenciamento pelo site www.feiradelogistica.com Feira Internacional de Logística: 22 a 24 de maio de 2024 das 12h às 20h Local: Parque da Uva, em Jundiaí/SP.




Petrobras reduz preço do querosene de aviação em 2,1% após 4 altas (CNN 01/11)
A Petrobras reduziu o preço médio do querosene de aviação (QAV) vendido a distribuidoras em 2,1% a partir desta quarta-feira (1º), ante o valor praticado em outubro, interrompendo uma série de quatro altas mensais consecutivas, informou a companhia em nota.
A queda em novembro corresponde a R$ 0,09 por litro, em relação ao preço médio do mês anterior, adicionou a petroleira, que reajusta mensalmente os preços do QAV de acordo com fórmulas contratuais negociadas com as distribuidoras.
Apesar dos avanços recentes, há uma redução acumulada em 2023 no preço médio do produto vendido pela Petrobras de 14,5%, o equivalente a R$ 0,74 por litro, na comparação com o valor de dezembro de 2022, adicionou a companhia.
Na nota, a Petrobras reiterou que vende o QAV produzido em suas refinarias ou importado apenas para as distribuidoras que, por sua vez, transportam e comercializam os produtos para as empresas de transporte aéreo e outros consumidores finais nos aeroportos ou para os revendedores.
Distribuidoras e revendedores são os responsáveis pelas instalações nos aeroportos e pelos serviços de abastecimento, destacou a empresa, ressaltando que o mercado brasileiro é aberto à livre concorrência, e que não existem restrições legais, regulatórias ou logísticas para que outras empresas atuem como produtores ou importadores de QAV.





Logística dos rios ameaça faturamento do polo eletroeletrônico de Manaus (Brasil Norte Comunicação 23/10)

À medida que a região amazônica enfrenta uma das secas mais severas de sua história, repercussões críticas estão se desdobrando e afetando diretamente a produção de aparelhos de ar-condicionado. A situação ameaça a logística na Zona Franca de Manaus (ZFM), um centro crucial na fabricação de eletrodomésticos no Brasil.
A seca, agravada pelo fenômeno climático El Niño, resultou em uma drástica redução nos níveis de água dos rios, que são vias essenciais para o transporte de matérias-primas.
Grandes embarcações, impossibilitadas de chegar a Manaus devido à baixa profundidade dos rios, foram substituídas por balsas, que, embora possam navegar em águas rasas, transportam apenas uma fração da carga dos navios e têm uma velocidade significativamente menor.
Essa mudança implica em custos logísticos aumentados entre 25% e 50%.
Um alto executivo da indústria esclarece o dilema enfrentado: a demanda por ar-condicionado está em alta devido às ondas de calor, mas a capacidade de atender a essa demanda é incerta.
A falta de componentes essenciais tem dificultado a montagem de produtos, criando um ciclo de atrasos na produção e a possibilidade de escassez no mercado.
Os desafios atuais vão além dos pedidos não atendidos, afetando a capacidade de produção em sua essência.
Problemas logísticos estão levando a possíveis interrupções na produção, e discussões sobre férias coletivas estão surgindo, sinalizando dificuldades iminentes em vários setores da região.
Embora a indústria assegure que a disponibilidade de produtos para a Black Friday não está ameaçada, a normalidade das entregas de Natal depende da recuperação dos níveis dos rios, um fator incerto no momento.
A seca surpreendentemente severa de 2023 desafiou todas as previsões e estratégias preventivas, com especialistas alertando que as condições podem se estender até 2024.





Em 01/12 terá o próximo curso aberto de PDM/PDS do IMAM (Vitrine 23/10)
No dia 01º de dezembro o IMAM realizará o seu próximo curso aberto de PDM/PDS - Padrão de Descrição de Materiais/Serviços.
 "O curso é a chance para profissionais que desejam conhecer o assunto por todos os aspectos, que envolvem o PDM/PDS", comentou Marcos Valle Verlangieri, instrutor do curso e consultor especialista do IMAM.
"É um curso importante não só para para os profissionais de cadastro de materiais, como também de Compras, Gestão de Estoques/Administração de Materiais,  Controladoria/Fiscal, Engenharia, Almoxarifado e para quem quer aprender sobre uma área mais recente de Materiais, onde o mercado busca profissionais", completou Verlangieri.
Mais detalhes sobre este último curso aberto de PDM/PDS do ano de 2023, valores e inscrição poderão ser solicitados diretamente ao IMAM, pelo tel. (11) 5575 1400 ou pelo email imam@imam.com.br .






DP World Brasil recebe novo serviço semanal que conecta a Europa e o Mediterrâneo à Costa Leste da América do Sul (Vitrine 28/09)

A DP World Brasil, operadora de um dos maiores e mais modernos terminais privados multipropósito do país, localizado na margem esquerda do Porto de Santos, anuncia a chegada de uma nova linha de serviços comerciais dos armadores Cosco Shipping Lines/OOCL e Ocean Network Express (ONE). O serviço, nomeado como East Coast South America-Europe 2 (ESE2) e Latin-East-Coast Europe Express (LUX), é mais uma opção de conexão entre a Europa e o Mediterrâneo à Costa Leste da América do Sul. Seguindo a rota: Roterdã, London Gateway, Hamburgo, Antuérpia, Lisboa, Algeciras, Santos, Paranaguá, Montevidéu, Buenos Aires, Itapoá, Paranaguá, Santos, Rio de Janeiro, Algeciras e Roterdã.
A viagem inaugural partiu de Montevidéu, no dia 20 de setembro, e atracou na DP World, em Santos, no dia 25 de setembro, com o navio Xin Nan Tong, da Cosco Shipping Lines, de bandeira chinesa. A embarcação tem capacidade para 4.200 TEUs (equivalente a 4.200 contêineres de 20 pés) e 263 metros de comprimento.
As escalas do novo serviço passarão pelos principais portos do norte da Europa, com paradas estratégicas em Lisboa e Algeciras, provendo a opção de conexão das cargas aos principais destinos no Mediterrâneo e Oriente Médio. Na América do Sul, além do Brasil, o LUX/ESE2 terá uma escala semanal no Terminal Río de La Plata, em Buenos Aires, que também é operado pela DP World.
“A DP World possui uma infraestrutura de ponta e uma equipe de especialistas em carga refrigerada, que está preparada para receber o novo serviço e atender às expectativas dos armadores e demais clientes envolvidos nas operações. Este será um grande diferencial para a exportação de cargas reefer, como proteína animal e frutas, pois vamos oferecer um serviço de transit time competitivo, com saídas semanais, para um dos principais mercados de exportação dos produtos brasileiros”, explica Rodrigo Gomes, gerente comercial sênior da DP World Brasil.
Este já é o segundo serviço que a DP World anuncia em 2023. Em maio deste ano, o terminal estreou uma nova linha de cabotagem regular, chamada Serviço Expresso Amazonas, que é operada pelos armadores Login e Aliança, com descidas sem paradas entre Manaus e Santos, rumo ao Sul do Brasil. A partir da DP World, o serviço escala os portos de Navegantes, Salvador, Suape, Pecém e Manaus. No sentido Sul, o trajeto expresso é realizado em nove dias, possibilitando que as cargas cheguem mais rápido ao destino. Este serviço também favorece o aumento da capacidade do transporte de cargas na cabotagem entre o Sul, Sudeste, Norte e Nordeste do país.




Silvio Costa Filho assume o comando do Ministério dos Portos e Aeroportos (Folha de S. Paulo 17/09)
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou nesta segunda-feira (18) que o porto de Santos não será privatizado, mas ponderou que há espaço para parcerias com o setor privado.
“Nós não vamos privatizar o porto de Santos, como também nós vamos ampliar o diálogo com todo o setor produtivo de São Paulo”, disse o ministro em entrevista à CNN Brasil.
“Mesmo o porto público tem muita PPP que pode ser feita dentro. É nesse sentido que a gente quer trabalhar. O porto não precisa ser privatizado para a gente poder ter privatizações”, acrescentou, garantindo que envolverá lideranças políticas —incluindo o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, correligionário do ministro— em toda a negociação envolvendo investimentos da pasta no estado.
Na semana passada, Costa Filho afirmou que o porto conta com quase 3 bilhões de reais em caixa e que vai liderar a maior obra do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a construção do túnel Santos-Guarujá.
Lançado em agosto pelo governo federal com previsão de R$ 1,7 trilhão de investimentos, o Novo PAC terá o investimento privado como carro-chefe.
                                                                                               Governabilidade
Costa Filho assumiu o Ministério dos Portos e Aeroportos na semana passada em meio a um rearranjo ministerial promovido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para acomodar aliados e ampliar sua base de sustentação no Congresso.
Ainda que seu partido, assim como o PP, também contemplado pela minirreforma ministerial, não tenha formalmente embarcado na base do governo, Costa Filho garante que a legenda não só já entregou votos favoráveis ao governo em um patamar acima de 80% da bancada, como continuará aprovando matérias de interesse do Executivo.






Preço do diesel disparou com política anterior da Petrobras, diz estudo da CNT (Carta de Logística 15/09)
Por mais de seis anos, a Petrobras adotou a política de Preços de Paridade de Importação (PPI), que resultou em um aumento no valor do óleo diesel, aponta estudo realizado pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT).
A paridade de importação de preços, que alinha os preços locais aos preços internacionais, foi adotada no governo Michel Temer (MDB), em 2016.
Desde a campanha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prometeu uma mudança nessa referência para tentar manter o preço do combustível mais estável. A alteração foi concretizada em maio de 2023.
Segundo a pesquisa da CNT, desde que o Brasil adotou a política de PPI, os preços dos combustíveis ficaram intimamente ligados aos valores internacionais do petróleo, às taxas de câmbio estrangeiras e às condições econômicas e políticas globais, o que resultou em frequentes variações de preços por conta do cenário global.
A pesquisa aponta comparativos de preço e mostra que em 2020, o preço médio do diesel atingiu R$ 3,01/litro, o momento de maior impacto do isolamento social na atividade econômica.
Após esse período, o preço do combustível passou por uma trajetória de alta progressiva até atingir o pico de R$ 7,57/litro.
“Os preços dos combustíveis aumentaram significativamente no Brasil. Esse movimento foi acentuado pela desorganização das cadeias logísticas em função das restrições impostas pela pandemia de Covid-19 e também em função da guerra na Ucrânia”, afirma o documento.
A pesquisa mostra também que se considerarmos a semana de menor preço registrado na pandemia, que foi em maio de 2020 até junho de 2022, período de pouco mais de dois anos, o preço médio do diesel no Brasil aumentou 151,7%.
O documento indica que, após esse pico, o Brasil passa por uma trajetória de queda no preço do diesel. No entanto, não consegue retornar aos preços pré-pandemia.
De acordo com a CNT, os preços nacionais das fontes energéticas eram definidos levando em consideração o mercado internacional, convertendo para o real.
Somando a isso, os custos logísticos como o fretamento de navios, as taxas portuárias e o uso dos dutos internos para transporte. Dessa forma, o preço era ajustado periodicamente para acompanhar o comportamento dos derivados no mercado mundial.
Especialistas ouvidos pela CNN avaliam que a escolha da política de preços da Petrobrás depende dos objetivos econômicos e políticos do país.
Luciano Bravo, especialista em crédito internacional, entende que o uso do PPI traz vantagens em relação a transparência por se tratar de uma base objetiva para calcular os preços dos produtos, incluindo os combustíveis, com base nos preços internacionais e nos custos de importação.
Porém, o especialista acredita que o uso dessa política de precificação traga desvantagens em relação a volatilidade, já que os preços internacionais do petróleo flutuar significativamente ao longo do tempo.
“Isso pode resultar em variações frequentes nos preços dos produtos domésticos, o que pode impactar o orçamento dos consumidores e a estabilidade econômica”, complementa Bravo.
Por fim, a pesquisa mostra que a variação da moeda brasileira em relação ao dólar foi um dos principais fatores para o aumento dos preços, assim como os cenários políticos e econômicos globais, pois o valor do diesel na política de PPI estava atrelado a esses fatores.
“Seu valor estava substancialmente condicionado às cotações internacionais e, consequentemente, aos cenários políticos e econômicos globais. As variações da taxa de câmbio da moeda nacional também desempenharam um papel importante nesse processo”, afirma o documento.



Pesquisa revela perfil do transporte rodoviário urbano brasileiro (Carta de Logística 18/08)

O transporte rodoviário coletivo urbano é o principal responsável pelo deslocamento de passageiros no país. O setor conta com 1.577 empresas de ônibus urbanos em operação no Brasil e, aproximadamente, 107 mil ônibus.
Responsável pela geração de cerca de 315 mil empregos diretos, o setor enfrenta uma forte crise iniciada há quase três décadas e para retratar tanto a dimensão e a essencialidade do serviço prestado quanto os desafios que o atingem, a Confederação Nacional do Transporte lança, nesta terça-feira (08/08), a Pesquisa CNT Perfil Empresarial 2023 – Transporte Rodoviário Urbano de Passageiros.
O estudo inédito – que contou com o apoio da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos) – detalha de forma minuciosa as características das empresas em aspectos como frota, operação, mão de obra e investimentos. Apresenta ainda questões relacionadas às gestões ambientais e de riscos e formas de pagamento, bem como os impasses relacionados à política tarifária vigente. A visão das empresas e os principais desafios do setor fecham o escopo da sondagem. As informações foram fornecidas por empresários do segmento no primeiro semestre deste ano, com a realidade do transporte rodoviário urbano de passageiros de todas as regiões do Brasil.
Os resultados revelam que as empresas de grande porte, ou seja, com mais de cem funcionários, são maioria no segmento, e representam 82,2% do total. Também são majoritárias as que têm mais de 20 anos de atuação no mercado, 84,5%. A origem familiar do negócio é a motivação para operar no ramo para pouco mais da metade das empresas (59,8%).
Cerca de 2/3 da amostra (69,0%) atua exclusivamente no segmento rodoviário urbano de passageiros. Outros 19% dos entrevistados pela CNT atuam em outra modalidade e passaram, posteriormente, a trabalhar com o transporte rodoviário urbano de passageiros.
Entre os desafios apontados, a questão do custeio da atividade ganha destaque: 36,2% das empresas têm a tarifa paga pelo usuário como a principal remuneração, e 51,1% carecem de qualquer subsídio público. Chama atenção também a questão da violência, que tem afetado a maioria das operadoras do setor: 59,2% foram vítimas de assalto e 40,2% sofreram ato de depredação no último ano, sendo que uma em cada cinco (20,1%) tiveram veículos incendiados no período.
Os dados contribuem para dar visibilidade à importância do transporte rodoviário urbano de passageiros. Servem também para auxiliar os transportadores nas tomadas de decisão e nos seus planejamentos de longo prazo, bem como a definição de suas estratégias comerciais.
Para governos locais, a pesquisa ajuda a definir a priorização de investimentos no setor e, consequentemente, a alocação de esforços. Os dados apresentados também podem apoiar na elaboração de planos e políticas de mobilidade urbana que atendam as reais necessidades da sociedade e do setor, impactando-os de forma assertiva.

                                                                                 DESTAQUES DA PESQUISA
Tarifa
- 36,2% têm a tarifa paga pelo passageiro como a única forma de remuneração definida em contrato
- 51,1% não recebem qualquer subsídio do governo
- 56,9% consideram a dificuldade em reajustar o valor das tarifas como principal problema
- 18,5% dos passageiros recebem algum tipo de benefício tarifário

Pagamento
- 91,4% utilizam o sistema de bilhetagem eletrônica
- 75,8% implementaram pagamento com cartão de transporte como forma de substituição ao cobrador
- 90,2% têm pelo menos uma linha da frota operando sem a função de cobrador

Sustentabilidade
- 74,7% monitoram o uso de combustível
- 74,1% acompanham a geração de resíduos

Violência
- 59,2% foram vítimas de assalto no último ano
- 40,2% sofreram ato de depredação no último ano
- 20,1% tiveram veículos incendiados no último ano

Custos
- 74,1% consideram preço do diesel a principal dificuldade enfrentada
- 72,4% indicaram a manutenção do veículo como o fator que mais sobrecarrega os custos das empresas

Serviço de entrega expressa na China aumenta 15,5% nos primeiros sete meses do ano (Exame 17/08)
O Serviço de entrega na China processou um total acumulado de 87,37 bilhões de unidades enviadas e entregues nos primeiros sete meses deste ano, um aumento de 12,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Entre eles, o volume acumulado de entrega expressa completou 70,3 bilhões de unidades, um aumento de 15,5% em relação ao ano anterior. As informações são da agência estatal postal da China divulgadas nesta quarta-feira, 16 de julho.
Nos primeiros sete meses, o volume acumulado das operações de entrega expressa realizada na mesma cidade completou 7,26 bilhões de unidades, uma queda de 0,7% em relação ao ano anterior; o volume acumulado de envios e entregas expressas para cidades distintas completou 61,43 bilhões de unidades, um aumento de 17% em relação ao ano anterior; o volume acumulado de entrega expressa para destinos internacionais completou 1,61 bilhão de unidades, um aumento de 57,2% em relação ao ano anterior.
A receita comercial do setor postal na China (excluindo a receita comercial vindo direta do Banco de Poupança Postal da China) totalizou US$ 121,2 bilhões, um aumento de 10,5% em relação ao ano anterior. Entre eles, a receita acumulada oriunda da entrega expressa completou US$ 92,7 bilhões, um aumento de 10,5% em relação ao ano anterior.
Em julho, o setor postal na China realizou envio e entrega de 13,16 bilhões de unidades, um aumento de 9,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre eles, o volume de negócios de entrega expressa completou 10,77 bilhões de unidades, um aumento de 11,7% em relação ao ano anterior.
Em julho, a receita comercial do setor postal da China atingiu aproximadamente US$ 17 bilhões, um aumento de 5,3% em relação ao ano anterior. Entre eles, a receita do negócio de entrega expressa atingiu aproximadamente 13 bilhões de yuans, um aumento de 6% em relação ao ano anterior.

Prêmio Abralog de Logística, inscrições abertas. Prepare o seu case (Vitrine 01/08)
A Associação Brasileira de Logística informa que estão abertas as inscrições ao XX Prêmio Abralog de Logística, o mais tradicional do segmento. A premiação tem como objetivo reconhecer soluções em projetos para as cadeias de suprimento, tanto por parte de empresas prestadoras de serviços logísticos, quanto companhias usuárias dessa atividade, incluindo professores, estudantes de nível técnico, superior e de pós-graduação. Enfim, todo o ambiente da logística.
As categorias que compõem o Prêmio são:
- Automação e Tecnologia da Informação
- Colaboração e Parcerias em Logística
- ESG e Mobilidade Urbana
- Estudante de Logística
- Logística 4.0, Tecnologias Disruptivas e E-business
- Multimodalidade
- Sistemas de Movimentação, Armazenagem e Embalagem

                                                                                  Vencedores
A galeria de vencedores contempla grandes empresas do País, como: CSN, BB-Mapfre, Ambev, Vale do Rio Doce, TV Globo, Coca-Cola, Golden Cargo, BHS Brasil, ALL, Correios, AGV Logística, Makro Atacadista, Veloce Logística, Rapidão Cometa, Braspress, ADS Micrologística, Grupo Netuno, CSI Cargo, VW – Audi, Parmalat, Procter & Gamble, Sodexho, Ministério da Educação, Philip Morris, Lojas Renner, Casas Bahia, Agfa Gevaert, Petrobras, Ipiranga Petroquímica, Pepsico do Brasil, Pão de Açúcar, Gillette, Accenture, Submarino, Duratex, 3M do Brasil, Administração dos Portos de Paranaguá, entre outras.
 Os trabalhos deverão ser enviados em arquivo na extensão pdf. O prazo para envio de inscrições é o dia 31 de outubro de 2023.
Veja todos os detalhes em  regulamento.




Transmaion recapa 2.000 pneus por ano (Vitrine 28/07)
Todos os 250 caminhões da Transmaion, tradicional transportadora com mais de 30 anos de atuação no segmento, são equipados com pneus da Continental. A parceria com a fornecedora de pneus de tecnologia alemã inclui, ainda, o emprego das bandas de rodagem ContiTread no processo de recapagem dos pneus.
“Desde que optamos por trabalhar com as bandas originais da Continental há cerca de dois anos temos realizado um monitoramento constante do desempenho destes pneus e constatamos a entrega de uma quilometragem muito maior na comparação com as outras bandas de recapagem”, comenta Lucas Maion, proprietário da Transmaion.
Fundada na cidade de Pratânia, no interior paulista, a Transmaion atua no transporte rodoviário de caçamba e graneleiro, carregando produtos como grãos, laranja, açúcar e fertilizantes.  Com um consumo anual de 3.600 pneus, nada mais natural do que a empresa estabelecer uma estratégia para o processo de recapagem na busca pela redução de seus custos operacionais.
Hoje, a empresa realiza a recapagem de 2.000 pneus/ano utilizando as bandas de rodagem ContiTread nesse processo. Uma análise técnica interna promovida pela Transmaion identificou não só a entrega de uma maior quilometragem em comparação com bandas para recapagem de outras marcas, como também constatou uma performance geral dos pneus recapados muito próxima a dos pneus originais.
Para Lucas Maion, outro importante fator para essa decisão foi a garantia da carcaça oferecida pela Continental para quem opta pelo uso das bandas de rodagem ContiTread. “Essa iniciativa comprova o comprometimento do fabricante com a qualidade do seu pneu e se soma a outras vantagens que registramos em nossa análise técnica”. A Transmaion, que atua nos estados de São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraná, tem no HTR1 da Continental o principal pneu da sua frota.
O HTR1 tem entre suas características o rodar silencioso e uma menor resistência ao rolamento que proporciona maior economia de combustível. Seu sulco com desenho piramidal patenteado evita a retenção de pedras e sua carcaça foi projetada para entregar um maior aproveitamento quando da recapagem.
“Nosso objetivo é prover ao nosso cliente final o menor custo total de direção prolongando a utilização do pneu e protegendo, assim, o investimento realizado em sua aquisição. Um aspecto fundamental da recapagem da Continental é também o compromisso com a sustentabilidade, uma vez que um pneu recapado utiliza menos insumos que a produção de um produto novo” destaca Thais Oliveira, diretora de vendas de pneus de carga da Continental.




Terminal de Contêineres de Paranaguá registra recorde duplo em junho (Vitrine 25/07)
No primeiro semestre de 2023, a TCP (empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá) registrou um volume de 8.479 contêineres de carne bovina no terminal, ou seja, um crescimento de 87% em comparação ao mesmo período do ano passado (4.531 contêineres). Os números acompanham o crescimento geral de carne congelada na empresa, que desencadeou dois recordes: um de volume reefer (contêineres com controle de temperatura e em grande parte usados para o transporte da proteína animal) e outro de movimentos por hora no cais.
No mês do recorde duplo, foram movimentados 9.529 contêineres de carne, sendo 68% de frango e 14% de boi, com destino principal para a China. O gerente comercial, de logística e atendimento ao cliente da TCP, Giovanni Guidolim, explica que “contamos com a maior área reefer do Brasil e o nosso objetivo é seguir mantendo esta excelência no setor, ampliando cada vez mais os nossos serviços”.
O sistema de dados Dataliner informa que o Mato Grosso é o estado líder em produção de carne bovina para exportação no terminal. “Diversos estados estão utilizando nossas vantagens logísticas, principalmente a flexibilidade, para receber antecipadamente o embarque de volumes reefer para exportação. O Mato Grosso é campeão neste aproveitamento”, explica Guidolim.
Outro diferencial da TCP é o modal ferroviário, único no sul do país com acesso direto a zona alfandegada. Segundo o gerente comercial, “a ferrovia é responsável por transportar um em cada cinco contêineres de exportação até o terminal e atende a diversas demandas, entre elas 25% da exportação de carne congelada”.
                                                                                           Recordes TCP em 2023
Em junho, a TCP registrou o quarto mês de recordes em 2023. Desta vez, a empresa movimentou 10.750 contêineres reefer, superando a marca de 10.682 movimentos alcançada em março deste ano. O segundo recorde foi em relação a operação mensal em navios. A TCP alcançou a média de 106,6 MPH (movimentos por hora), superando o último recorde registrado em outubro do ano passado de 106,1 MPH.
O gerente de operações, Felipe de França, explica que “a sequência dos recordes de movimentação reflete o alto nível de demanda de mercado e de produção do terminal. Investimos de forma contínua nos processos, sempre aliando as estratégias aos cenários atuais. Os resultados refletem o comprometimento do time com a excelência nos serviços”.
Entre os projetos mais recentes de investimentos está a ampliação e modernização dos gates (portões de acesso) e o aumento das tomadas reefer de 3.572 para 5.126 até o final de 2023. O terminal também implantou recentemente uma subestação para sustentar o consumo de energia para o aumento da área para contêineres com controle de temperatura. Além disso, até o final do ano, 11 novos guindastes do tipo RTG (Rubber Tyred Gantry Crane) serão entregues para atender não só a demanda atual, assim como o crescimento orgânico esperado.
Os outros recordes alcançados em 2023 foram nos meses de fevereiro, março e maio. As conquistas foram nos setores de movimentação reefer, passagem mensal e passagem diária de contêineres no gate.




Nova lei permite que caminhoneiros recebam frete pelo PIX (Carta de Logística 27/06)
A sanção presidencial da Medida Provisória 1153, publicada sem vetos em 19 de junho, é uma vitória de mais de 900 mil caminhoneiros autônomos e das empresas que transportam 60% das cargas no país. A nova lei 14.599/23 traz diversos benefícios a essa categoria, como a possibilidade de que os motoristas recebam o pagamento do frete via PIX.
De acordo com o artigo 22-B da nova lei, as instituições de pagamentos eletrônicos de frete (IPEF) devem disponibilizar modelo de pagamentos instantâneos do Banco Central. Ou seja, a conta oferecida pela IPEF aos autônomos deverá, obrigatoriamente, ter a opção de transferência pelo PIX, permitindo que o caminhoneiro movimente livremente seu dinheiro.
A Lei 14.599 também devolve aos motoristas e transportadores um direito que lhes foi retirado há 15 anos: a exclusividade e a liberdade de escolher a seguradora da carga.
Antes da MP 1153, o seguro era contratado pelos embarcadores, com o valor descontado do frete, mas muitas vezes as apólices protegiam apenas cargas e deixavam caminhoneiros e transportadores sem cobertura.
Essa prática foi considerada abusiva até mesmo pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), um órgão da ONU. Agora, os profissionais da estrada voltam a ter autonomia na escolha dos seguros de carga.
A nova lei também proíbe os embarcadores e transportadores de descontar o valor do seguro do frete dos motoristas autônomos.
“Todas essas conquistas contribuem muito para profissionalização deste mercado no Brasil, protegendo os caminhoneiros e incentivando a formalização das operações de transporte rodoviário de cargas”, diz Felipe Dick, CEO da Roadcard, maior Instituição de Pagamento Eletrônico de Fretes (IPEF) do Brasil.
Segundo ele, “a sanção sem vetos da nova lei foi resultado do trabalho incessante de dezenas de organizações, junto aos poderes Legislativo e Executivo, em defesa do setor de transporte rodoviário de cargas”.
Anna Miranda, diretora de Inovação, Produtos e Marketing da Roadcard, salienta que a empresa já estava preparada para este movimento. “Antes mesmo da lei, nós já oferecíamos a opção de pagamento via PIX, porque sempre valorizamos a liberdade de escolha do motorista, seja com depósitos em sua própria conta corrente ou no Pambank, a conta digital do Pamcard”, completa a executiva.




Subsidiária da MSC prevê investir R$ 7 bi em Santos e Navegantes (Revista OE 26/06)
Uma das maiores operadoras de terminais de contêineres do mundo, a Terminal Investment Limited (TIL), pertencente ao grupo suíço de navegação Mediterranean Shipping Company (MSC), anunciou que pretende investir R$ 7 bilhões nos portos de Santos (SP) e Navegantes (SC) nos próximos cinco anos.
No pacote de aportes já definidos, R$ 4 bilhões deverão ser aplicados no terminal de contêineres BTP no Porto de Santos, que a empresa opera em sociedade com a APM Terminals, do grupo Maersk. Vale observar que parte dos recursos ainda depende de aval do governo federal à renovação antecipada do arrendamento, que venceria em 2027, por mais 20 anos. Autoridades já foram consultadas nesse sentido, mas ainda não há definição.
Para o Porto de Navegantes, a TIL planeja investir aproximadamente R$ 3 bilhões em seu terminal de contêineres. O montante será empregado para reconstrução do cais, aprofundamento do calado e em obras complementares.
A depender das possibilidades de negócios que surgirem nos próximos anos, entre parcerias, aquisições e novas concessões, a empresa projeta investir até R$ 17 bilhões no País. “Estamos crescendo no Brasil e buscando oportunidades para expandir nossa capacidade”, afirmou ao Valor Ammar Kanaan, presidente TIL. “O Brasil tem uma demanda latente. Se a capacidade portuária no País dobrasse, a demanda acompanharia. Então estamos comprometidos em fazer investimentos à medida que as oportunidades surgirem”, concluiu.
Fundada em 2000, a TIL opera 74 terminais de contêineres em todo o mundo, incluindo portos na Europa, América do Norte, América do Sul, África e Ásia. Seus terminais são fundamentais para a operação da MSC – sua controladora e principal cliente – e de outras companhias de navegação que utilizam essas instalações para carregar, descarregar e transferir contêineres entre navios e modos de transporte terrestre.
No Brasil, além dos terminais em Santos e Navegantes, o grupo opera um terminal no Rio de Janeiro e controla a empresa de cabotagem Log-in, que possui terminal no porto de Vila Velha (ES).




SETCESP cria campanha alertando sobre a revalidação contínua da ANTT (Vitrine 23/06)
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) recebeu, recentemente, através de ligações, e-mails e mensagens via whatsApp, denúncias de transportadores, cooperativas e associações do transporte rodoviário de cargas a respeito de cobranças exorbitantes e suspeitas, referente à revalidação ordinária da ANTT.
Os fraudadores entram em contato com o proprietário da inscrição na ANTT e informam que o pagamento referente à revalidação ordinária, ou seja, aquela que precisa ser paga regularmente a cada vencimento, precisa ser regularizada com urgência e fornecem dados falsos para pagamento. Com isso, o transportador é enganado pois acredita que fez a revalidação, quando na verdade não e pode até mesmo ter o registro de transportador suspenso.
Buscando informar e alertar a todos sobre esse tipo de golpe, o Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (SETCESP), decidiu criar a campanha “Não caia em golpe! Revalidação Ordinária da ANTT somente pelos meios oficiais”, que pretende diminuir a quantidade de golpes que a categoria vêm sofrendo. A Organização acredita que, os golpistas já conseguiram enganar milhares de profissionais.
O presidente do conselho superior e de administração do SETECESP, Adriano Depentor, essa ação é muito importante, pois conscientiza os caminhoneiros sobre a prática: “Além de ajudar as pessoas a não caírem nesse tipo golpe, ainda pode evitar danos financeiros e previne o vazamento de dados pessoais dos transportadores”, explica.
Adriano ressalta ainda, que é necessário que todos fiquem atentos sobre qualquer abordagem suspeita, pois ao fazer o processo em um órgão falso ou não autorizado, a revalidação não é repassada para ANTT, e a empresa pode estar sujeita a ter seu registro cassado ou suspenso, o que consequentemente a impedirá de emitir CT-e, e até a efetiva regularização.
Um dos principais objetivos da campanha, é alertar todos os transportadores que há somente dois caminhos corretos e seguros para se fazer a revalidação. Um deles é pelo RNTRC Digital, que deve ser acessado pelo Portal do Governo (www.gov.br), e o outro é por meio de um posto de atendimento credenciado pela Agência.
O SETCESP é um posto autorizado da ANTT para a consulta de pendências e a Revalidação Ordinária do RNTRC e reforça que a ANTT não faz contato de forma ativa por telefone ou via WhatsApp, com as empresas de transporte, e nem solicita informações sigilosas ou emite boletos sem autorização. Lembrando as ETCs (Empresas de Transportes de Cargas) tem o prazo de até 26 de fevereiro de 2024 para regularizar sua situação.




Terminal Portuário de Vila Velha recebe visita do Secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários (Vitrine 21/06)
A Log-In Logística Intermodal, grupo de soluções logísticas, movimentação portuária e navegação de Cabotagem e Mercosul, recebeu, na última segunda-feira (19/06), o Secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários, Fabrizio Pierdomenico, no Terminal Portuário de Vila Velha (TVV), localizado no Porto Organizado de Vitória, no Espírito Santo.
O objetivo do encontro foi apresentar os negócios do grupo Log-In, como player relevante na Cabotagem e operador de transporte multimodal, bem como o plano de negócios do terminal portuário multipropósito capixaba, com ênfase no projeto em andamento de modernização do TVV, com previsão para finalização ainda em 2023.
Na agenda, foi possível ainda dividir com o Secretário as expectativas de melhoria na infraestrutura para os usuários do porto a partir da chegada da nova autoridade portuária local Vports, agora desestatizada.
Para a viabilização do plano de modernização, já foram investidos aproximadamente R$147 milhões em equipamentos, automação e aumento de capacidade do terminal. Entre os destaques estão a aquisição de novos equipamentos, como os reach stackers, a fim de assegurar maior confiabilidade e segurança nas operações do terminal.
Além disso, o grupo Log-In adquiriu 14 carretas pranchas, resultando em um aumento de 67% na capacidade de transporte de cargas no ciclo interno do terminal, tendo em vista que antes as carretas comportavam 35 toneladas de capacidade e, agora, este número saltou para 65 toneladas.
Outro importante passo para o ganho de produtividade do TVV foi a aquisição de 2 guindastes Mobile Harbour Crane (MHC's) com capacidade individual de 154 toneladas que permitem a operação de cargas de até 300 toneladas simultaneamente, gerando ainda mais capacidade operacional para os mais diversos tipos de cargas, principalmente as de grande porte, com mais eficiência e segurança operacional pelo terminal.
De acordo com o Diretor de Terminais da Log-In, Gustavo Paixão, os equipamentos possuem uma tecnologia pioneira no Brasil, que viabiliza o controle de dois guindastes através de um único operador, conferindo maior segurança à operação. “Contar com estes guindastes de altíssimo padrão de movimentação de cargas coloca o TVV em uma posição ainda mais estratégica entre os principais players da indústria logística, não apenas do Espírito Santo, mas em todo o país”, afirma.
A estratégia de modernização e aumento de capacidade do terminal inclui ainda, a aplicação de tecnologias nos portões de acessos, que culminou em ganhos no trânsito destes veículos, propiciando maior agilidade na entrada e saída dos transportes.
Paixão salienta que outro fator inovador e pioneiro dentre as empresas do setor na América Latina, está relacionado à aplicação de novas soluções nos guindastes Ship To Shore Crane (STS) ou portainers da companhia, utilizados para descarga ou embarque de contêineres nos navios por meio de operações remotas.
“O TVV seguirá investindo em automação. Nesta modalidade, o operador sai da cabine em cima do guindaste e passa a operar o equipamento de uma sala, que contará com diversas telas, permitindo o controle total da operação, com melhores condições ergonômicas, de segurança e desempenho”, comenta o executivo.
Segundo o Diretor Presidente do Grupo Log-In, Marcio Arany, que também esteve presente no encontro, diante do sólido plano de expansão do TVV, a presença do Secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários, Fabrizio Pierdomenico reforça o compromisso do Grupo Log-In em corroborar para o desenvolvimento não apenas do setor portuário capixaba, mas também do transporte de carga por via marítima, conectando a Cabotagem com os outros modais de transporte, por meio de planos consistentes e inovadores.
“Foi uma excelente oportunidade para apresentar ao alto escalão do Governo Federal tudo que a Log-In vem desenvolvendo para potencializar os nossos serviços de logística integrada, com foco sempre no cliente. Da mesma forma, esperamos do atual Governo o compromisso em promover mudanças que possam contribuir para alavancar o crescimento dos setores portuário e da cabotagem”, conta Arany.
Na ocasião, Pierdomenico visitou o navio Log-In Pantanal junto com outros diretores da companhia e conheceu de perto a estrutura do navio, sua tripulação brasileira e a operação de contêineres, tendo maior visibilidade do tamanho da operação e da importância da atividade marítima para a logística brasileira.
                                                                               Vports: principais mudanças e expectativas
O evento também abriu espaço para a discussão das principais mudanças com a troca de administração do Porto de Vitória, antes controlada pela Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo), que após desestatização, passou a ser chamada de Vports. “Este é um movimento inédito no Brasil, tendo em vista tratar-se da única autoridade portuária privada no país. Diante disso, a Log-In tem acompanhado de perto os principais movimentos após a desestatização, e pretende ter papel de mais protagonismo nos estudos conduzidos pela Vports, para enfrentar os gargalos do Porto Organizado e atrair novas cargas”, aponta Paixão.
Entre os pontos debatidos durante a ocasião, está a expectativa da divulgação de um plano de manutenção do canal de acesso ao porto.  “Atualmente, existe a obrigatoriedade da manutenção da profundidade do canal, bem como dos berços de atracação dos navios. No entanto, a aplicação de um cronograma de batimetrias, ou seja, a medição da profundidade do canal de acesso, seria uma prática benéfica para acompanhar de perto a situação do mesmo ”, pontua Paixão.
Outro fator que tem chamado a atenção da Log-In com relação às mudanças, estão associadas à necessidade de melhorias do acesso terrestre ao Porto Organizado de Vitória, que inclui os munícipios de Vitória e Vila Velha. Neste sentido, o executivo enfatiza o papel da Vports para o controle mais assertivo do acesso rodoviário, bem como estudos voltados para criar alternativas de acesso rodoviário ao Complexo, e no desenvolvimento de estudos que possam viabilizar o modal ferroviário no Porto, e que possa alcançar o TVV, em Vila Velha.
Segundo Paixão, o Terminal Portuário de Vila Velha espera ainda maior participação nos estudos voltados ao modal ferroviário.  Desta forma, em conjunto com a Vports, o TVV contribuiria para iniciativas que potencializam o transporte de cargas a granel, bem como outros perfis de carga, como contêineres, além de possibilitar a conexão do ramal ferroviário existente no terminal.
“A Log-In espera, juntamente com a Vports, auxiliar com ideias inovadoras que promovam ganhos na infraestrutura do porto organizado, proporcionem maior competitividade e viabilize novos negócios para o Espírito Santo”, finaliza Paixão.






Log-In Logística Intermodal divulga Relatório de Sustentabilidade com resultados expressivos (Vitrine 14/06)

A Log-In Logística Intermodal, grupo de soluções logísticas, movimentação portuária e navegação de Cabotagem e Mercosul, além de operações na ponta rodoviária, acaba de lançar a terceira edição de seu Relatório de Sustentabilidade, baseado nas diretrizes da GRI (Global Reporting Initiative), do SASB (Standards Sustainability Accounting Standards Board) para o setor de transporte e da TCFD (Task Force on Climate-related Financial Disclosures), informando sobre as mudanças climáticas e o modo com que estes são gerenciados.
A divulgação do documento tem como objetivo ampliar a transparência das iniciativas implementadas pelas empresas do Grupo Log-In, com indicadores quantitativos e qualitativos do ano de 2022, a partir de uma nova matriz de materialidade, com base nas melhores práticas de ESG (Enviromental, Social and Governance).
A nova matriz da Log-In visa acomodar perspectivas de riscos financeiros e de impacto socioambiental da organização e conta com nove temas de alta materialidade, divididos em outros 16 tópicos. Entre estes temas estão: Mudanças climáticas; Gestão de água e efluentes; Qualidade do serviço; Ética, integridade, governança e compliance; Atração, desenvolvimento e retenção de colaboradores; Direitos humanos e relações trabalhistas; Saúde, bem-estar e segurança; Segurança operacional e gestão de emergências e Relacionamento com comunidades do entorno. Com isto, o grupo atinge integralmente seus três pilares de atuação prioritários: Gente, Cadeia de Valor e Meio Ambiente.
De acordo com o CFO e Diretor de Relações com Investidores da Log-In Logística Intermodal, Pascoal Gomes, a companhia tem sido pioneira em ações relacionadas às práticas ESG, considerando todos os pilares desta agenda. “Nos últimos anos, implementamos inúmeras iniciativas em todos os nossos segmentos de negócios a fim de ampliar nossa agenda e oferecer benefícios sustentáveis ao setor e à sociedade como um todo. A partir disso, os efeitos desse empenho ficaram evidentes não apenas neste relatório, mas também na evolução dos resultados operacionais e financeiros da companhia”, relata o executivo.




Cooperativa Alia realiza seu primeiro abastecimento (Carga Pesada 12/06)
Na última quarta-feira (7), a Alia, cooperativa de transportes localizada em Contenda (PR), recebeu sua aguardada remessa de diesel via incentivo do governo, para iniciar os abastecimentos em sua sede, tornando possível oferecer aos associados o benefício do combustível mais em conta.
Os cooperados, em sua maioria, são caminhoneiros autônomos que buscam segurança e estabilidade através da mediação que a cooperativa estabelece entre os clientes e o poder público.
A Alia recebeu o tanque e outros componentes de sua estrutura, como o contêiner-escritório, via Projeto Roda Bem Caminhoneiro. No entanto, faltava esta primeira remessa de diesel, para que os abastecimentos fossem iniciados.
“É um privilégio muito grande. Uma honra o governo estar nos ajudando em questões de abastecimento do primeiro tanque. Agradecemos ao projeto Roda Bem, ao pessoal da C2GLog, por ter nos apoiado e acreditado. E hoje estamos realizando nosso sonho”, declara o presidente Gilmar Ostroski.
Ana Salazar, diretora, conta que ficou muito contente “por esse projeto ter dado certo”. Ela diz que “o planejamento saiu como a gente gostaria que fosse, pela união de todo mundo”.
                                                                                                 Baú com logomarca
Em maio, segundo mês após a inauguração, a cooperativa realizou sua primeira plotagem, colocando em circulação um baú com logo. Com a identidade visual e este pontapé em mais um benefício, o do abastecimento, a Alia busca fortalecer suas parcerias e recursos aos associados. Entre os diferenciais desta cooperativa, está a liderança feminina e o foco no ESG.




Londrina testa ônibus Scania movido 100% a biometano (Carga Pesada 09/06)
O biometano chega para testes no transporte público de Londrina (PR). Na manhã da quarta-feira (7), Scania e Companhia Paranaense de Gás (Compagas) apresentaram ao poder público e imprensa, na prefeitura de Londrina, o ônibus movido 100% por este combustível.
Ao final deste mês de testes, supervisionado pela Companhia Municipal de Trânsito (CMTU), a cidade avaliará se investe, ou não, nesta alternativa de transporte coletivo mais sustentável. Caso opte pela troca da frota, os ônibus-teste serão recolhidos e novos veículos entrarão para a frota da Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), empresa responsável pela cobertura das zonas norte, oeste e leste de Londrina.
As quatro linhas nas quais os ônibus Scania serão testados “não vão dar mole”, segundo Marco Antônio, instrutor da TCGL, e colaborador da empresa há 23 anos. Ele conta à Revista Carga Pesada que “são linhas pesadas, com grande fluxo de passageiros e horário bem apertado. Mas tudo na conformidade. Se os outros ‘carros’ fazem, ele vai ter que fazer também”.
Segundo o instrutor, todas foram selecionadas de acordo com os desafios que oferecem. As linhas 904 e 803 vão da região norte à sul, sendo esta última com percurso mais intenso de trânsito. A linha 501 liga a zona norte ao terminal central e a 314 é uma linha de bairro. “Vai lá para o bairro mesmo, atender o pessoal e mostrar o ônibus”.
Para quem não conhece Londrina, vale destacar que as linhas citadas são as de percurso mais longo, enfrentando todo o tipo de adversidades e condições nos trajetos.
                                                                                 Treinamento via P.B. Lopes Scania
Sérgio Gonçalves, master driver da P.B. Lopes, concessionária Scania em Londrina, realizou esta primeira demonstração e deve treinar os quatro motoristas responsáveis pelo teste. A condução, de modo geral, não muda dos veículos a diesel para os movidos a biometano. No entanto, há a preocupação da montadora, relativa a uma direção que respeite o motor e torque.
A manutenção destes ônibus, inclusive, será realizada pela concessionária. O abastecimento, no entanto, deve ser viabilizado em parceria com a Compagas, a qual possui um posto de abastecimento na cidade.
O trabalho da P.B. Lopes será ativo e, para além do treinamento oferecido, acompanhará toda a operação, analisando os resultados das planilhas, preenchidas pelos motoristas com dados sobre quilometragem, horário de abastecimento, temperatura, entre outros. O veículo possui nanômetro, mas também é possível aferir pela telemetria, conflitando os dados.
A temperatura, inclusive, interfere na velocidade do abastecimento. Em dias quentes, o gás se expande mais, portanto, dias frios agilizam o abastecimento dos 08 cilindros de GNV.
                                                                                                      Segurança
Segundo Paulo Genezini, gerente de Sustentabilidade da Scania, os cilindros têm espessura de parede de sete milímetros. Além disso, sua construção, projetada na Europa, se assemelha muito à tecnologia embarcada na montagem de mísseis. Cada um dos oito cilindros possui três válvulas, as quais monitoram pressão, temperatura e vazão. Caso algo dê errado, o gás natural será liberado para a atmosfera, e, como ele é mais leve que o ar, deve sair sem o risco de causar problemas ou explosões.
Outra curiosidade é a de que os cilindros são adaptáveis, podendo ser alocados até mesmo no teto do veículo. Segundo esclarecimentos de Genezini, eles são inspecionados, por lei, pelo InMetro e seu peso, ao final das contas, não difere muito dos veículos movidos a diesel.
                                                                                                  Tecnologia viável
A Compagas já promoveu testes em Curitiba, com o gás natural, tanto em caminhões quanto em ônibus, e pensa em expandir os seus negócios e reposicionar a empresa. “Nós entendemos que era hora de introduzir energia renovável no nosso mix”, afirma o CEO Rafael Lamastra Jr. Ele completa: “o gás natural já reduz entre 20 e 25% a emissão de gases danosos, e com o biometano, essa redução chega a 90%. No caso desse gás, ele completa o círculo perfeito, porque ele é oriundo da produção de cana de açúcar, ou seja, totalmente sustentável. É um projeto perfeito, do ponto de vista ambiental. E é mais uma etapa que a Compagas consegue cumprir em seu cronograma de reposicionamento”.
Paulo Genezini afirma que esta tecnologia, do uso de biometano, apresenta viabilidade em termos de desempenho e sustentabilidade financeira, algo que o gestor adianta que este teste em Londrina vai demonstrar. “Funciona com o gás natural, que é um combustível fóssil muito mais limpo que o diesel e o biometano, 100% livre de fóssil, é o mundo ideal em relação ao efeito estufa”, expôs.
José Henrique de Souza Gomes, diretor da P.B. Lopes, afirmou, na solenidade, que “a sustentabilidade, reciclagem e a inovação tecnológica desenvolvidas pela Scania trarão a Londrina e região uma qualidade de vida melhor”. Ele prossegue: “é isso que buscamos junto à Scania e ao poder público nesse momento.”
                                                                                             Especificações do veículo
O modelo que estará em circulação pelas ruas de Londrina é um K 280 4×2, cujo propulsor tem 280 cavalos de potência. Seu motor é Ciclo Otto e ele pode ser movido 100% a gás, biometano ou com a mistura de ambos. De Curitiba a Londrina, a média, calculada por Sérgio Gonçalves, o master driver da P.B. Lopes, foi de 5.10 quilômetros por metro cúbico.
Acompanhe, no vídeo, mais informações sobre o veículo, o itinerário deste mês de testes, questões de segurança e desempenho do ônibus 100% movido a biometano em Londrina.


Kibon planeja adotar frota de veículos elétricos em centros de distribuição até 2026 (Mercado&Consumo 28/05)
A marca de sorvetes Kibon iniciou a substituição progressiva da sua frota de caminhões para veículos de energia limpa, atingindo as rotas metropolitanas de todos os seus centros de distribuição até 2026. Para identificar os novos veículos, a companhia criou um design inspirado no desenho feito pelo filho de uma de suas colaboradoras.
A Kibon vai substituir 20 veículos a combustão por elétricos ainda neste ano. Com a iniciativa, a marca prevê a redução de cerca de 30% de suas emissões de CO².
“Temos o compromisso público e global de impacto ambiental positivo, promovendo diversas iniciativas, programas e operações ‘verdes’ nas nossas marcas. 98% das emissões de CO² em nossa logística são provenientes do transporte, por isso a Kibon intensificou a presença de veículos elétricos em substituição a veículos a combustão”, explica Luiz Henrique Dente, líder de Sorvetes da Unilever Brasil.
O primeiro centro de distribuição (CD) Kibon a receber as versões de carros elétricos é o de Taboão da Serra, que passa a ter 5 veículos de energia 100% limpa na frota. Outros 15 devem ser incorporados nas em CDs do país até o fim do ano.
“Toda mudança sustentável é um processo que precisa de tempo e empenho, e nós estamos comprometidos com essa iniciativa. Para vocês terem uma ideia, a implementação de 20 veículos elétricos já equivale à preservação de 12.725 árvores. É mais um avanço no sentido da descarbonização, que faz parte da nossa agenda ESG e que permeia todo o modelo de negócio da Unilever”, afirma Suelma Rosa, head de Reputação e Assuntos Corporativos para América Latina e Brasil da Unilever.





Inpasa investe em vagões e locomotivas com foco em eficiência logística (Vitrine 20/05)
O Grupo Inpasa vai mais que dobrar a capacidade de movimentação de etanol no modal ferroviário, elevando o volume total transportado para 1,01 bilhão de litros ao ano. Para isso, a empresa adquiriu 50 vagões e duas locomotivas, em um negócio que gira em torno de R$ 100 milhões e que será operacionalizado pela operadora de ferrovias Rumo.
O grupo Inpasa entrega atualmente etanol para 23 estados brasileiros e outros quatro continentes, por meio dos modais rodoviário, dutoviário, fluvial, marítimo e ferroviário. Com a aquisição de vagões próprios, a empresa além de ampliar a distribuição por trilhos, vai reduzir em até 60% as emissões de CO2.
Os materiais rodantes devem trafegar no trecho entre Rondonópolis (MT) e Paulínia (SP), percorrendo aproximadamente 1,2 mil km, até chegar em um dos maiores mercados consumidores de combustíveis do Brasil – São Paulo. O trecho a ser percorrido pela via ferroviária representa 17 mil viagens de caminhões por ano nas estradas do país.
O grupo é responsável por 10% do mercado nacional brasileiro de etanol, o que corresponde a 5,9 milhões de automóveis abastecidos. Além disso, são 100 milhões de litros exportados ao ano com certificação EU RED para todos os países da União Europeia e Japão. “Por meio da ferrovia, vamos otimizar o custo logístico e dar mais segurança ao transporte e entrega aos clientes”, afirma o diretor comercial de Etanol da Inpasa Brasil, Gustavo Mariano Oliveira.
“A Inpasa, que é a maior produtora de etanol da América Latina e líder no fornecimento do biocombustível no país, conforme dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), tem apostado em modais mais eficientes e ecológicos. Nosso propósito é ser referência mundial em energias limpas e renováveis”, reforça o presidente do grupo, José Lopes.




Preço médio do frete por quilômetro acumula alta de 13% no 1º trimestre do ano (Vitrine 10/05)
De acordo com o último Índice de Frete Repom (IFR), o preço médio do frete por quilômetro rodado fechou o mês de março a R 7,97, 1% maior quando comparado a fevereiro e com um acréscimo de 13% no acumulado do primeiro trimestre do ano. O levantamento é da Repom, marca especializada em soluções de gestão e pagamento de despesas para o mercado de transporte rodoviário de carga.
O aumento no preço médio do frete por quilômetro rodado ainda é reflexo da escalada da safra de grãos que começou no início de fevereiro. Além disso, outros fatores logísticos como as condições de pavimentação em importantes estradas brasileiras acabam impactando o transporte de cargas e a velocidade no escoamento da safra, resultando em incremento no custo do frete”, destaca Vinicios Fernandes, diretor da Repom.
Neste início de ano, o preço médio do frete que corresponde ao setor do agronegócio já chega a R 10,02, um aumento 19% quando comparado ao acumulado de 2022.
Por outro lado, apesar do aumento impulsionado pelo segmento do agronegócio, reduções do preço médio do diesel podem sinalizar quedas graduais na tabela no piso mínimo do frete ao longo do ano. Ainda assim, o preço do frete deve se manter elevado quando comparado aos anos anteriores”, conclui Fernandes.
Com reduções consecutivas registradas desde dezembro de 2022, o preço do litro do diesel continua em baixa no País e fechou a primeira quinzena de abril a média de R 6,15 o tipo comum, valor 2,41% menor ante março. Já o diesel S-10 foi comercializado a R 6,27, com recuo de 2% em relação ao mesmo mês. Os dados são do Índice de Preços Ticket Log (IPTL).
O IFR é um índice do preço médio do frete e sua composição, levantado com base nas 8 milhões de transações anuais de frete e vale-pedágio administradas pela Repom.




Galpões logísticos seguirão em alta este ano (Mercado&Consumo 09/05)

O ano de 2023 começou agitado para o mercado de galpões logísticos: o primeiro trimestre teve o melhor resultado do mesmo período dos últimos 10 anos em relação ao volume locado, com taxa de vacância de 10,8% e estabilidade no preço dos aluguéis. Os dados fazem parte de estudo realizado pela consultoria imobiliária JLL.
De acordo com André Romano, gerente de Industrial e Logística da JLL, esse era um movimento esperado. “O quarto trimestre do ano costuma ser o período com maior número de negociações, mas, como tivemos um cenário atípico em 2022, as empresas esperaram o início do ano para se movimentar, o que impulsionou os dados”, analisa.
A previsão é de que o mercado continue aquecido, com estimativa de mais de 3 milhões de m² de novo estoque a serem entregues durante o ano; 55% do total deve se concentrar em galpões de São Paulo, mas há entregas em todo o Brasil. O primeiro trimestre registrou 323 mil m² incorporados ao mercado nacional, sendo 43% do volume no Estado de São Paulo, 21% em Minas Gerais, 15% no Rio de Janeiro e 11% no Espírito Santo.
O mercado paulista também foi palco de grandes negociações. Enquanto os varejistas Big e Dia devolveram 45 e 15 mil m², respectivamente, a chinesa Shein locou 55 mil m² em Guarulhos e a empresa de medicamentos Grupo SC ocupou mais de 51 mil m² em Cajamar.
Minas Gerais segue firme como a segunda força nacional do setor de galpões. A vacância no primeiro trimestre de 2023 é de 6,4%, estável, porém com um leve aumento de 0,4% em relação ao quarto trimestre do ano passado. O estado registrou devolução também do Grupo Dia – 24 mil m² em Contagem. Em Extrema, foram registradas as principais ocupações do período: 26 mil m² pelo Grupo SBF, 9 mil m² pela Restitui Logística e 5 mil m² pela Dr. Otker.
                                                                                        2023: o ano da consolidação
A previsão da JLL é de que o crescimento do mercado de galpões logístico continue, porém em ritmo menos acelerado. “Após o grande salto dado pelo e-commerce durante a pandemia, entendemos que deve haver uma acomodação das operações, levando a um crescimento mais sustentado”, avalia Romano.
O alto volume de novo estoque previsto revela que pode haver leve aumento na taxa de vacância, mantendo os preços dos aluguéis estáveis. “Isso mostra que os investidores seguem otimistas e que o mercado está encontrando seu ponto de equilíbrio”, finaliza o executivo.



Preço médio do frete por quilômetro acumula alta de 13% no 1º trimestre do ano (Mercado&Consumo 08/05)
De acordo com o último Índice de Frete Repom (IFR), o preço médio do frete por quilômetro rodado fechou o mês de março a R 7,97, 1% maior quando comparado a fevereiro e com um acréscimo de 13% no acumulado do primeiro trimestre do ano. O levantamento é da Repom, marca especializada em soluções de gestão e pagamento de despesas para o mercado de transporte rodoviário de carga.
O aumento no preço médio do frete por quilômetro rodado ainda é reflexo da escalada da safra de grãos que começou no início de fevereiro. Além disso, outros fatores logísticos como as condições de pavimentação em importantes estradas brasileiras acabam impactando o transporte de cargas e a velocidade no escoamento da safra, resultando em incremento no custo do frete”, destaca Vinicios Fernandes, diretor da Repom.
Neste início de ano, o preço médio do frete que corresponde ao setor do agronegócio já chega a R 10,02, um aumento 19% quando comparado ao acumulado de 2022.
Por outro lado, apesar do aumento impulsionado pelo segmento do agronegócio, reduções do preço médio do diesel podem sinalizar quedas graduais na tabela no piso mínimo do frete ao longo do ano. Ainda assim, o preço do frete deve se manter elevado quando comparado aos anos anteriores”, conclui Fernandes.
Com reduções consecutivas registradas desde dezembro de 2022, o preço do litro do diesel continua em baixa no País e fechou a primeira quinzena de abril a média de R 6,15 o tipo comum, valor 2,41% menor ante março. Já o diesel S-10 foi comercializado a R 6,27, com recuo de 2% em relação ao mesmo mês. Os dados são do Índice de Preços Ticket Log (IPTL).
O IFR é um índice do preço médio do frete e sua composição, levantado com base nas 8 milhões de transações anuais de frete e vale-pedágio administradas pela Repom.



DHL revela quatro tendências de logística de e-commerce para 2023 (Mercado&Consumo 04/05)
O e-commerce segue em crescimento no país e acaba levando junto outros setores do mercado. Segundo projeções da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce vai atingir R$185,7 bilhões no Brasil em 2023. A entidade não só estima um aumento de 5% nas vendas do ano, como também aponta para um crescimento constante da atividade, que deverá chegar a R$273 bilhões em 2027. Assim, com o intuito de ajudar os vendedores online a planejar seus embarques, a DHL Global Forwarding (DGF), especialista em transporte internacional de cargas, resolveu divulgar quais são as quatro tendências observadas na logística para o comércio eletrônico de acordo com seu estudo ‘E-tailers’ Almanac 2023’.
“No Brasil, boa parte do comércio eletrônico já é cross border. Pelo estudo, percebemos que as principais preocupações dos varejistas online agora são o custo da operação de transporte, a confiabilidade e a visibilidade em tempo real. Com a sua experiência em logística internacional, a DHL espera contribuir para o crescimento desse segmento econômico no país”, ressalta Mauricio Vaz, gerente do segmento de consumo & varejo da DHL Global Forwarding (DGF) no Brasil.
                                                                                             As quatro tendências são:
– Consciência de custo: com as incertezas macroeconômicas de 2023, os consumidores estão mais conscientes dos seus gastos. Pressões orçamentárias estão forçando consumidores a fazer trocas de categorias de compras. Essa mudança no consumo online faz que os vendedores elejam o valor do frete como principal prioridade, deixando a velocidade de envio em segundo plano.
– Fim do boom no volume pandêmico: com os consumidores mais conservadores nos gastos, os volumes de compras voltaram aos níveis pré-pandemia, mas ainda assim há um crescimento de 20% em relação a 2019. Os varejistas online enfrentam queda na demanda, pressão na margem de lucro e aumento de custos e em salários. Por isso muitos vendedores estão procurando negociar fretes com múltiplos transportadores e em busca de um serviço de logística mais confiável.
– Confiança e visibilidade em tempo real: baseado no feedback dos vendedores online, a resiliência, a visibilidade em tempo real e o rastreamento estão no topo das necessidades dos embarcadores, além do preço. Os vendedores pedem updates proativos e recorrentes, via APIs ou e-mails. Como resultado, podemos esperar investimentos elevados entre provedores de logística em análise de dados e notificações de status de transporte.
– Retorno da tendência de regionalização: com a volta à normalidade, a regionalização da cadeia de suprimentos volta a entrar na pauta. Para os vendedores de e-commerce, regionalizar suas redes de distribuição os ajudaria a ficar mais próximos de seus consumidores, reduzindo custos de transporte, mas também implicaria a contratação de parceiros fortes de logística com grande cobertura geográfica.



Falta de logística eleva em 30% custo de frete no norte de MT (Canal Rural 27/04)
A falta de logística na região norte de Mato Grosso tem preocupado os produtores rurais. A situação das principais estradas estaduais, conforme relatos, além de elevar em 30% o custo de frete ao setor produtivo, tem causado dificuldades em se conseguir caminhões para realizar o escoamento, uma vez que motoristas e empresas estão desistindo de pegar carga.
Indignados com as atuais condições das principais estradas estaduais da região, produtores rurais de Marcelândia cobram do governo de Mato Grosso mais atenção nas obras e manutenção das vias que são responsáveis pelo escoamento da produção de muitas propriedades do município.
“Tem que ir devagarzinho”, pontua o caminhoneiro Idemar Antunes. Ele revela que para percorrer um trecho de seis quilômetros leva aproximadamente uma hora. “Se chover complicou mais ainda, tem que esperar secar para passar”, completa.
“Tem buraco aí que cabe um caminhão dentro, pneu, mola, tudo. Vai embuchando. Quanto mais buraco, mais danifica. Eu nem venho mais, a realidade é essa eu nem venho mais, para cá não compensa”, salienta o também caminhoneiro Francinaldo Granjeiro de Souza.
                                                                                 Logística trava desenvolvimento
Conforme o Sindicato Rural de Marcelândia, nesta safra 2022/23 foram cultivados aproximadamente 150 mil hectares de soja e 100 mil hectares com milho. O município conta ainda com um rebanho de 200 mil cabeças de gado.
“Nós temos aqui, por exemplo, a MT-320 que liga Santa Helena e Marcelândia, a MT-423 que é de Marcelândia a Cláudia e a MT-130. Todas elas têm que ser feita manutenção constante. O produtor está sendo sacrificado em parte por conta da logística, que está dificultosa”, diz o presidente do Sindicato Rural de Marcelândia, Marcelo Ricardo Cordeiro.
Produtora rural no município, Silvania Miranda Garcia Martins comenta que o custo de transporte na região está no mínimo 30% mais caro.
                                                                            Pontes de madeira também são preocupação
Além da falta de manutenção nas estradas, outra preocupação dos produtores e motoristas envolvendo a logística na região é quanto as pontes de madeira.
“Nós precisamos não só dos nove eixos, mas também precisamos trafegar com máquinas pesadas, tanto colheitadeiras como plantadeiras. E, as pontes também não estão planejadas para esse momento do município. Precisamos de mais estrutura do governo do estado para conseguir melhorar esses detalhes”, ressalta o produtor Diego Francisco Bertuol.
Segundo os agricultores de Marcelândia, o município recebe aproximadamente R$ 200 mil mensais do repasse do Fethab.
“A administração municipal tem conseguido fazer o que está ao alcance deles. Só que mesmo assim nós temos grandes problemas. O recurso do Fethab, que vem do governo do estado, é muito pouco para manter todas essas estradas do município, que tem mais de um milhão de hectares”, diz Diego.
                                                                                                          Outro lado
Em nota a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra-MT) informou que já solicitou a elaboração do projeto de restauração da MT-320, entre os municípios de Nova Santa Helena e Marcelândia. A pasta ressaltou ainda que metade dos valores arrecadados com o Fethab Combustível é repassado aos municípios para a manutenção de rodovias não pavimentadas.





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